sexta-feira, 22 de agosto de 2014

O jogo de Dunga, da corrida eleitoral e do horário político


A primeira convocação de Dunga para a seleção brasileira não mereceu muitas contestações, o que mostra que ele começou bem e sem sofrer a perseguição de jornalistas que nunca concordam com nada do que ele fez como técnico. Era de se esperar que os atletas que participaram da última Copa convocados por Felipão estariam no primeiro time de Dunga: não dá para abrir mão pelo menos nessa fase inicial da presença de jogadores experientes e que por mais que não tenham correspondido na última Copa são experientes e tem muito a ensinar aos jovens jogadores que Dunga convocou e que sem dúvida convocará. Os jogadores que “pisaram feio na bola” na última Copa não foram esquecidos e os que foram novamente chamados e certamente terão seus posicionamentos em campo modificados e poderão desenvolver o futebol que os fez e os faz craques. Dunga só precisa vencer os dois primeiros amistosos para reascender a esperança da torcida e cair nas graças da imprensa - a mesma imprensa que o tirou da seleção depois de ter mostrado um bom trabalho com títulos que o Brasil não via há muito tempo.
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Não são poucos os candidatos que consideram o horário eleitoral gratuito a salvação de suas nada importantes candidaturas. Acreditam (sabem de nada, inocentes) que o horário político é que lhes garantirá votos: nunca perceberam que diante do que mostram fisicamente e do que falam a tendência maior é que percam os poucos votos que tem, inclusive os da própria família. Horário político não garante a eleição de ninguém e na verdade esses horários estão sempre sobrando nesse período eleitoral porque fazem o eleitor lembrar com mais freqüência e desconfiança nos políticos em que ainda é obrigado a votar. Quanto mais a eleição se aproxima mais os candidatos deveriam ficar na moita: quanto menos forem lembrados melhor ara eles e melhor para nós.
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Levando-se em conta tudo o que se tem lido (em notícias e comentários) sobre a participação ativa de Marina Silva na nova corrida eleitoral o eleitor fica a cada dia mais perdido. Em princípio Marina mudou o panorama, mas assim que as coisas voltarem ao normal com a comoção criada pela morte de Eduardo Campos Marina pode voltar a ter a mesma importância que vinha tendo como vice na chapa de Campos, ou seja, nenhuma. De qualquer forma qualquer previsão é pura adivinhação, mas o que parece mais provável é  Dilma seja reeleita. Com ou sem 2º turno. (Eli Halfoun)

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