sábado, 31 de janeiro de 2015

Peregrinação mortal

                 

              O lenço molhou de tanto limpar o suor de quem tem a infelicidade de correr atrás de uma internação hospitalar particular, público ou com plano de corrida por um documento  original ou segunda via. Nessa atormentada corrida o sacrificado cidadão lembra ainda mais da música de Caetano Veloso (  “caminhando conta o vento/sem lenço documento/ no sol de quase dezembro, eu vou, eu vou). E como vai: a busca de quem precisa de uma internação documento, qualquer que seja, pode começar em janeiro e terminar no sol de quase dezembro.

                São muitos os meses de espera e, portanto, de um tempo perdido que poderia ser duplamente útil ou simplesmente fatal. Pedir que ao plano que agilize a internação é ter que mesmo doente esperar mais um punhado de dias esperar por mais de dois, três meses por um fundamental documento que promete estar pronto em trinta dias, o que já é demais, mas mesmo assim se que se prolonga além, muito além, dos prometidos dias.

               Lamentável na busca de solução par um problema de saúde é que nesse período tudo o que o cidadão necessita, seja documento oficial  Tudo depende do documento  que te exigem mas os planos não te entregam e se não entregam não poderiam exigir. Sem lenço, sem documento, nada no bolso ou nas mãos o cidadão fica sem entender o que motiva tão absurda demora que exige que ele, cidadão, gaste o que não tem e sem documento nem pode receber para ser atendido.

       Caminhar contra o vento é a longo e obrigatório percurso imposto a qualquer pessoa mulher que acaba que precise ser internado para comprovar que está doente. através de documento, que ganhou oficialmente um novo esta. A primeira corrida é para a nova identidade, que sem ela não é possível fazer mais nada: a tentativa de adiantar o pedido de outros e necessários documentos esbarra na exigência de ter a identidade e como a identidade não sai a recém casada continua com marido, mas sem lenço e sem documento.

    Nesse triste jogo de empurra é que um  documento sempre fica faltando e  todosos documentos ficam meses a esperar por um único documento que facilitaria a depois de muita peregrinação ainda no deixa sem lenço, sem documento e mais doentes e mais doentes .
  O documento  fica preso no órgão que deveria liberá-lo imediatamente . Ou pelo menos no prazo prometido. O lenço molhado de suor acaba servindo também para enxugar as lágrimas, inevitáveis diante de tantas súplicas para conseguir um simples documento que lhe é de direito. Tanta espera faz parar a vida às(às vezes com a morte) vida do cidadão
* Como se ele também fosse um pedaço sujo de papel e (Eli Halfoun)

 

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Acusações contra Dirceu querem impedir candidatura de Lula


Ao contrário do que diz o jornalista Nelson Rubens que ele inventa, mas não aumenta com os políticos funciona diferente: eles aumentam e inventam, como fez há dias o exagerado ex-secretário de governo Gilberto Carvalho: em reunião com 150 militantes do PT e com José Dirceu ele disse que as acusações contra Dirceu na Operação Lava Jato e no mensalão “são manobras pra impedir a candidatura de Lula em 2018”. Gilbertinho, como é chamado pelos petistas recusou convite de Lula para integrar a nova diretoria do PT: justificou dizendo que terá muito trabalho no Sesi, onde receberá com salário me verba de representação cercar de R$ 40 mil mensais. Até parece que político trabalha muito. (Eli Halfoun)


Dirceu quer ficar mais jovem sem apelar para a cirurgia


Liberdade é outra coisa: mesmo cumprindo prisão domiciliar que, aliás, não prende ninguém, José Dirceu está livre, leve e solto para circular em Brasília por aonde bem entender: tem-se encontrado regularmente com amigos petistas aos quais distribui opiniões e orientações. Também tem feito questão de repet6ir que devassas em suas contas bancárias (e de sua consultoria) não provarão nada porque tem provas de trabalho feito licitamente. Mais magro Dirceu só tem se preocupado mesmo é com a aparência: os quilos a menos alongaram seu pescoço e assim já exibe sulcos de excesso de pele. Quer acabar com o excesso, mas sem se submeter ao lifting. Procura alternativas para rejuvenescer sem te que mexer no rosto cirurgicamente. Ou seja: procura um milagre. (Eli Halfoun)


Pais não impedem que Supla e João Supliocy cantem a verdade


Mesmo sendo filhos de dois políticos engajados e respeitados       Supla e João Suplicy não deixam de dizer em música, que está no novo álbum da dupla, o que pensam da política brasileira: “É mensalão, caixa dois, tudo pelo poder/ É propina geral/ falta hospital, falta escola/ Mas não falta imposto e máfia fiscal”. É a isso que se pode chamar de cantar a verdade. (Eli Halfoun)


Cheia de amor Aline Rosa faz seu primeiro carnaval solo


Tem sempre a primeira e aos 32 anos cera a da cantora Aline       Rosa: ela primeira vê z a ex-vocalista da banda Cheiro de Amor estará sozinha no carnaval: em Salvador se apresentará em camarotes e trios elétricos. Também participará cantando do carnaval de Ouro Preto, em Minas Gerais, e no de São Paulo. Ela está animadíssima e garante que ”agora é um tempo novo”. Novo e feliz ao lado do namorado o baterista de sua banda Rogério Froés. Será um carnaval de movimento total dia e noite. (Eli Halfoun)


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Voltar para o futuro

                        

       Quando ela abriu a porta da cobertura em  que mora e trabalha o sol que , naquele fim de tarde, já ameaçava esconder-se voltou a brilhar intensamente naqueles olhos de um doce mel esverdeado. Era como se o sol , a vida e, portanto, a esperança voltassem a sorrir através daquele sorriso para mim.
      Naquela tarde entendi muitas coisas. Tinham sido dias difíceis para mim e até reencontrar aquele sorriso eu parecia um morto-vivo, mais morto do que vivo. Entendi finalmente que é impossível viver sem esperança e principalmente sem amor. Com egoísmo eu era o objeto da minha própria preocupação, mas isso não me impediu de, de repente,  refletir no plural e pensar no coletivo, o que anda raro nesse mundo em que cada um só pensa,  quase sempre, no seu próprio bem estar, mesmo que para isso tenha que esquecer que a vida só tem graça porque tem outras vidas a cercá-la. Ficou e continua forte em mim a certeza de que o brasileiro  tem feito da esperança o seu principal alimento, a sua fonte de, mesmo inconscientemente, saber e  viver.
   Não existe “tempo ruim” para o brasileiro sempre sorridente - sorrindo  aquele sorriso que diz “amanhã é outro dia e as coisas melhoram”. Reparem no povo que anda apressado nas ruas, apertado nos trens e nos ônibus, humilhado nos supermercados onde o máximo que consegue ( quando consegue...) comprar é a cesta básica, que às vezes inclui ( até quando?) inclusive um  franguinho. mas
     Repare como esse povo está, mesmo  faminto, sempre sorrindo e cantando - cantando o canto  da esperança. O brasileiro nunca é um morto vivo. Está cada vez mais vivo, cada vez mais inteiro, cada vez mais feliz, mesmo que ninguém contribua para essa felicidade. O brasileiro tem a fantástica  capacidade de buscar a felicidade que cada um tem dentro  de si. E é essa, acreditem, a felicidade verdadeira, a única inteiramente inteira. Procure encontrar a sua para descobrir que ela existe.
                Essa reflexão de apenas alguns segundos, mas que deveria estar presente em todos nós todo o tempo, percorreu minha cabeça e meu coração naquele fim de tarde quando covardemente eu já acreditava que morrer era melhor. Burrice: morrer é fácil. Viver intensa e verdadeiramente é que é o difícil desafio de ser e não simplesmente de passar pela vida apenas contando tempo, como muita gente costuma fazer porque ainda não descobriu que sobreviver, ou seja “enganar” a morte todo o tempo, é diferente, muito diferente do que  viver. Viver é ir a luta, perder o medo e jamais deixar de ter, como a maioria dos sacrificados brasileiros, esperança e amor.
         Naquela tarde em que o sol, voltou a brilhar e para mim  ainda brilha, mesmo na escuridão da noite, foi possível descobrir também que não existe vida sem amor. O amor nas várias formas de amor que a vida tem pra nos dar tem que estar presente em tudo e em todos. É através dele que renasce a cada dia, a vida, a esperança, a certeza de que o futuro pode ser ( e será) sempre melhor.
          Descubra o amor, a esperança , a vida no sorriso dos outros. Como, naquela tarde,  eu descobri, espero que definitivamente,  naquela mulher extraordinária, nesse ser humano admirável. Procure direitinho que tem sempre alguém assim ao seu lado. Naquela tarde ela me devolveu a vida e me mostrou que o amor e a esperança, que andam lado a lado, são fundamentais. Foi ( e é ) como se ela me devolvesse o futuro, o amor, a vida.
     Esperança, vida, amor e futuro estão dentro de você, mas para descobrir isso é preciso, às  vezes, olhar para a frente e para os lados. Talvez tudo o que você procura esteja no sorriso que sorri ao seu lado e que, por medo, você não percebe. Perceba e viva.

 * Viver é, mesmo nos momentos mais difíceis, muito bom.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Povo mágico

                                     

                   O brasileiro é um mágico. Faz mágica para sobreviver com um irrisório salário mínimo. Faz mágica para vencer o desemprego. Faz mágica para alimentar-se adequada ou, quase sempre, inadequadamente. Faz mágica para mostrar-se alegre e otimista, mesmo quando não há nenhum motivo para isso. Faz mágica para continuar tendo esperança porque na maioria das vezes é só o que lhe resta. O brasileiro é um povo mágico e nem os mais perfeitos e respeitados ilusionistas do mundo são tão bons mágicos quanto qualquer um de nós. O brasileiro é o rei da ilusão. Vive em função literalmente em função do próprio ilusionismo.

                         Quando se anda pelas ruas é fácil e surpreendente descobrir todo o tipo de mágica, mas uma das que certamente mais chama atenção é a mágica dos camelôs que fazem surgir do nada os mais diversos produtos. A gente sai de casa com uma manhã ensolarada e, de repente, o tempo muda e nos deixa debaixo d’água. Imediatamente, como num perfeito passe de mágica, os camelôs que vendiam pilhas, radinhos, lupas, isqueiros e os mais diversos (às vezes até estranhos) produtos, passam a oferecer guarda-chuvas que nunca se sabe de onde milagrosamente aparecem e muito menos em que local ficam escondidos esperando a hora de entrar em ação. Dá até a impressão de, que, como a chuva, eles caem do céu.
              Essa magia urbana não acontece só quando chove. A magia dos camelôs se faz presente a todo momento, a cada necessidade imposta pelo, digamos, mercado consumidor. Dependendo da oferta de ocasião qualquer produto aparece sem que imaginemos de onde. No fundo é a necessidade de vender para sobreviver o grande segredo dessa mágica. Um truque perfeito Mas a mágica maior dos camelôs é financeira (mágica que aliás, nenhum ministro da Fazenda é capaz de fazer) que é a de conseguir vender tudo ou quase tudo a um real. Por conta dos camelôs esse passa a ser, em qualquer esquina, o país irreal do um real. Com um real compra-se um diversificado tipo de produtos, como se um real fosse,v isoladamente, realmente dinheiro.De real em real pode-se até chegar alguma coisa. Mas com apenas um real só se chega ao camelô, aos produtos nada confiáveis. Ao nada.
          É inexplicavelmente encantadora a mágica (mágica inclusive para escapar da fiscalização, como se fossem bandidos e não trabalhadores sem qualquer outra alternativa) dos camelôs que fazem de nossas ruas o mais popular e até encantador shopping do mundo a céu aberto. Essa mágica urbana e diária é a demonstração maior de que o brasileiro é sempre um mágico, capaz de dar um jeitinho (aquele jeitinho que é característica brasileiríssima) na hora de enfrentar as necessidades impostas pela vida. Pela absoluta falta de perspectivas. É até aceitável e digno de elogio o poder criativo do brasileiro de dar sempre “um jeitinho”.Mas o que precisamos mesmo é que esse país não precise viver de mágica e tome jeito de verdade.

* Definitivamente  (Eli Halfoun)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Twiggy lança nova fórmula capilar aos 65 anos de idade


Idade não é limite para dar credibilidade a produtos. Pelo contrário: a idade aliada a experiência é sempre um aval respeitado e respeitável. Que o diga a ex-modelo, atriz e cantora Twiggy: aos 65 ano de idade assinou um bom contrato para ser a nova embaixadora da L’Oreal Proffissionel. Ela lança e avaliza uma nova fórmula para cabelos louros. Para quem não se lembra Twiggy que também estrela a campanha publicitária do produto foi ícone dos anos 60 quando era vista como meio andrógina Além de atuar como modelo, cantora e atriz ela escreveu livros autobigráficos de sucesso. Na Inglaterra onde vive tem uma etiqueta exclusiva de roupas. (Eli Halfoun)


Celular e vídeo game estão deixando o sexo em segundo lugar


Inacreditável: recente pesquisa concluiu que homens e mulheres preferem usar o celular ou jogar vídeo game em vez de prearica sexo. Como gosto não se discute cada um faz o quer. Em recente entrevista o apresentador e humorista Danilo Gentili falou abertamente que entre sexo e vídeo game que prefere o segundo e justificou: ”Eu prefiro o vídeo game a namorar porque depois que termina o jogo não precisa ficar conversando com ele.” (Eli Halfoun)


Bruna Surfistinha inspira um seriado para a televisão. Procura-se uma atriz jovem


Raquel Pacheco, mais conhecida como a ex-garota de programa Bruna Surfistinha chegou mais longe do que esperava: depois fazer sucesso em livro e cinema será da televisão: com um seriado exibido pela Fox .A produtora Casa 11 está em fase de testes para achar a atriz que interpretará e decidiu que a escolhida para se Bruna deverá aparentar menos do que 18 anos.Decidido também que o seriado terá flhash black para mostrar o tempo em que vivia com a família. ou seja, antes de cair na estrada e conhecer muitas camas. (Eli Halfoun)


Personagens gays virara obrigação em novelas e minisséries


Quem chama a atenção é o jornalista Giba Um depois de ter feito um levantamento nas últimas novelas: a conclusão é que hoje virou uma obrigação ter personagens homossexuais em novelas e minisséries. Agora o autor Walcyr Carrasco, que brigou pelo beijo gay na novela “Amor à Vida” já tem reservado um personagem gay para a sua próxima minissérie intitulada “Vidas Secretas”. O personagem que será vivido pelo ator Raniere Cadete “é um homossexual afetado que procura parceiros na internet. Se na vida real tem muitos por que não estariam também na ficção? (Eli Halfoun)


domingo, 25 de janeiro de 2015

Vidas iluminadas


Sempre que queremos o melhor para as pessoas desejamos que elas tenham muita luz. Popular e espiritualmente ter muita luz significa acima de tudo ficar com a alma e o espírito iluminados para que possamos viver em paz e fazer o bem a nós próprios e em consequência aos outros. Não é tão fácil assim conservar essa luz diante de tudo, o que a vida nos impõe diariamente, mas é sempre obrigatório não permitir que essa luz se apague e seja cortada por mais que ainda tenhamos uma imensa conta para pagar com a humanidade.
Uma vida de luz é uma vida clara de emoções, de encontros iluminados e até de desencontros que se apagam em um piscar de olhos quando a luz interior e a energia é mais forte em cada um de nós. Desejar que pessoa tenha e receba muita uz não pode ser apenas um desejo da boca para fora como são muitos outros que repetimos apenas porque uma determinada e festiva data praticamente nos obrigam a fazer. Essa luz interior que desejamos e a desejamos porque também as temos é a que vem da alma. Almas iluminadas alegram e iluminam todas as vidas. A vida, aliás, é uma luz que deve permanecer sempre acesa para que possamos concretizar sonhos, melhorar nossos sentimentos e perceber que todos podem e devem ser iluminados quando sabem (sempre é tempo de aprender) se fazer seres humanos mais inteiros e mais disponíveis em qualquer circunstância.  Seres de luz nunca se apagam.
Esse pensamento recolhido de uma palestra do rabino Gabriel Aboutbul mostra com a grandeza da perfeição o quanto além de ter luz precisamos entender, aceitar e distribuir essa luz maior que nos aumenta a sensibilidade,  conforto da alma e principalmente a sempre necessária solidariedade, o 

É uma frase para ler, guardar e refletir porque toca profundamente a alma humana. Anote: “A LUZ ESTÁ NOS QUE SABEM VER BELEZA NA CONFUSÃO HUMANA”, ou seja, beleza no amor e em consequência na vida. Seja todo o tempo e o tempo todo um deles. Você vai descobrir como essa luz é intensa para uma vida intensa e saudável de sentimentos (Eli Halfoun) 

sábado, 24 de janeiro de 2015

Neymar fica de cuecas para os adultos e as crianças


As propostas têm sido tão vantajosas que Neymar não consegue driblar os muitos convites publicitários que recebe diariamente. O mais novo contrato é com a Lupo para lançar de uma nova linha de cuecas para adultos e uma linha de cuequinhas infantis, que ganharão a marca do jogador com o nome de NJR. A Lupo também prevê com para a marca NJR o lançamento de uma linha de pijamas.  contrato não fala em cifras exatas, mas sabe-se que Neymar ganhará 8%da venda e terá dedar um jeito de mostrar a cueca sempre que entrar em campo. Se bobear acaba nu correndo atrás da bola (Eli Halfoun)


Luiza Brunete lança mais um perfume e diz: "Não tenho frescuras"


Não é exagero afirmar que Luiza Brunet é a mulher mais perfumada do Brasil. Líder em vendas de perfumes para celebridades Luiza está lançando mais umas essência (é a sexta) com sua marca em parceria com a Avon. Ela diz que “minha essência é simples e as mulheres se identificam. Sou prendada, não tenho frescuras, lavo banheiro, esfrego o vidro da janela.” O nome do perfume é sugestivo: A poderosa. Luiza também fala de sua relação com o empresário Lirio Parisotto, dono da Videolar: “Estamos bem namorando. Agora ele tem a chave da minha casa e eu a dele”, o que faz com que ela tenha de estar sempre perfumadinha. Vai ver ele chega de supresa.... (Eli Halfoun)


Paula Toller: "Jamais me aprsentaria desleixada para o público"


Embora não de desligue do Kid Abelha (acaba de fazer mais uma turnê com o grupo a cantora Paula Toller investe em sua carreira solo: prepara o lançamento de “Transbordada seu quarto álbum individual e diz: “Era hora de fazer esse disco só de inéditas, de escrever sobre o meu momento e soltar um pop clássico turbinado”. Aos52 anos de idade e portadora de diabetes tipo 1 a cantora se impõe rigor com horários e alimentação: “Preciso manter a voz e o corpo em forma para ter fôlego e dançar como quiser sem ficar ofegante. Jamais me apresentaria desleixada para o público.” O público merece esse respeito (Eli Halfoun)


Vanessa da Mata desmente desentendimento com a modelo Kate Moss


A cantora Vanessa da Mata que será no próximo dia 31 uma das atrações do Ong Brazil Foundation em Miami desmente ao contrário do que se tem publicado que tenha tido qualquer desentendimento com a modelo Inglesa Kate Moss em Trancoso, na Bahia onde passa férias. O que se conta é que Kate teria proibido a cantora de sentar em sua mesa durante um jantar, mas Vanessa garante que nada disso aconteceu e dá sua versão: “Estava no restaurante esperando uma mesa quando vi a modelo Lea T. e fui cumprimentá-la. Não tentei sentar com elas e Kate foi muito simpática, mas o que deixou Vanessa envaidecida foi ter sido aplaudia na praia depois de um mergulho. Conta: “Foi engraçado homens e mulheres aplaudindo. Aos quase 40 anos fiquei envaidecida, sim”. Qual mulher não ficaria? (Eli Halfoun)


sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Globo tem material para fazer o maior arquivo artístico do país


A exibição compactada do seriado “Dercy de verdade mostrou que a Globo tem em mãos uma verdadeira mina pra organizar aquele que pode vir a ser o maior arquivo do que também seria uma espécie de TV Biografia, o que além de homenagear nossos artistas sereia também um acervo importantíssimo para estudantes e criadores de espetáculos. É verdade que para dar andamento nesse tipo de arquivo a Globo precisaria investir muito em biografias  compactadas, mas em compensação poderia fazer um material mais completo sem cortes e recortes,como aconteceu com as minisséries que atrapalham a narrativa. Não nos faltam artistas que mereçam ser homenageados e que viveram uma vida repleta de emoções como, entre outros, Raul Cortez, Walmor Chgas, Sergio Brito, Paulo Autran (no teatro), Francisco Alves, Orlando Silva, Aracy de Almeida, Cássias Eller, Cazuza e Vicente Celestino que voltou  a  soltar o vozeirão na reprise de “O Rei do       Gado”,Emilinha Borba (na música), Elina  no cinema (foi a grande rainha das chanchadas e tantos outros como também César de Alencar, Manoel Barcellos, Paulo Gracindo (no rádio) e tantos artistas que alegram nossas a vida com músicas e bons momentos. A Globo bem que poderia nos dar essas ricas biografias pára que possamos reviver alguns dos grandes momentos artísticos do país. (Eli Halfoun)


Personagens de "Império" parecem ter saído da fara de desvios milionários da Petrobras


A novela Império tem alguns mistérios que não fazem parte da trama, mas que mesmo assim ficam complicados parara o público entender. É quase impossível imaginar o quanto de dinheiro o Comendador deu para o casal fanfarrão (bons trabalhos de Zezé Polessa e Tato Gabus Mendes) guardassem segredo sobre sua vida. Do jeito que eles gastam parece que recebera a metade da fortuna do Comendador ou que também estão envolvidos na farsa de desvios de milhões da Petrobras. (Eli Halfoun)


Talento de Marjorie Estiano fez esquece a Cora de Drica Moraes em "Império"


O público aceita rapidamente o que lhe é oferecido (ou sereia imposto?) pela televisão. Quando se imaginava e criticava a escolha de Marjorie Estiano para interpretar novamente a vilã Cora substituindo Drica Moraes afastada por doença e que vinha fazendo um bom trabalho hoje conviver bem com a nova intérprete da personagem e aceita com naturalidade. É claro que isso acontece porque o telespectador está mais ligado ao desenvolvimento da trama do que no desempenho do elenco. De qualquer maneira não se pode negar que o excelente e difícil trabalho desenvolvido por Marjorie tem sido fundamental para a aceitação do público. Marjorie Estiano está perfeita mesmo interpretando uma personagem que pela lógica teria o dobro de sua idade. Ela superou todos os obstáculos e seguiu em frente como se nada tivesse acontecido. Nos bastidores da novela os comentários garantem que Drica Moraes voltará no final da novela. É possível, mas sereia um erro: mudar outra vez é exigir demais da paciência do público e seria uma injustiça com Marjorie, mas como em novelas de Aguinaldo Silva tudo é possível e imprevisível Drica pode até voltar. Mesmo sem necessidade. (Eli Halfoun)


quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Calor está queimando o audiência da Globo


O calor também está queimando a audiência da Globo e o resultado é que a emissora está tendo nesse mês de janeiro seu pior desempenho dos últimos anos. Embora preocupada a Globo tem uma boa explicação: no horário noturno os telespectadores preferem sair de casa para frequentar bares, restaurantes e shoppings e ficarem, livres do calor intenso de casa, mesmo com ar condicionado, que, aliás, o motivo principal da fuga principalmente para os shoppings. A emissora sabe que quando o inferno ficar menos quente tudo voltará ao normal e recuperar a audiência será apenas uma questão de pouco tempo. Por enquanto a emissora não pretende fazer nada para reagir se bem que espera que a nova edição do BBB plante o público em casa, o que acho quase impossível: entre o programa e o ar condicionado dos shoppings o segundo continuará vencendo. O lado bom é que assim o público não continue insistindo m em ver um dos piores programas que a Globo já exibiu em sua desde os as sua inauguração. (Eli Halfoun)


Adriana Birolli é a nova rainha das calcinhas


Adriana Birolli, a Amanda da novela Império já pode ser vista de calcinha por aí: acaba de fazer uma série de fotos para a campanha de lingeries Femanize. As fotos foras feitas no Ceará a integrarão os anúncios e o catálogo da marca. Adriana gostou do resultado final e espera quer o público masculino e feminino também goste. A atriz de 24 anos de idade vai construindo sua carreira: já fez 4 novelas e agira também que atuar em filmes e no teatro. Aí o buraco é Aí o buraco é mais embaixo. (Eli Halfoun)


BBB é uma mancha negra no padrão de qualidade da Globo


A Globo é insistente e estreou uma nova (a décima quinta) edição do BBB, que será como todas as outras uma inutilidade que nada acrescenta a história de qualidade da emissora. Confesso que por mais que eu tente entender o sucesso do programa não encontro uma explicação para algo tão ruim ainda merecer público. Talvez o imprevisível gosto do público seja mesmo a única explicação para o êxito do programa.    A insistência da Globo é perfeitamente compreensível: o programa gera um ótimo faturamento, especialmente com a participação dos telespectadores por telefone. Além do mais tem sido uma útil alternativa para a emissora tapar o grande buraco de programação que se faz nesse período de férias televisivas, ou seja, até que a programação normal possa ser retomada. Posso garantir com certeza que a direção da Globo sabe o tipo de porcaria que está exibindo, embora o programa tenha uma boa e cuidadosa direção de Boninho, que é um craque na dsireção0 e criação de programas de entretenimento. A fórmula do BBB é bem sucedida mundialmente, o que prova quer não é só o telespectador brasileiro que às vezes extrapola no direito de ter mau gosto. (Eli Halfoun)


Juntando a fome com a vontade de comer


Madonna não abre mão de uma companhia masculina mais jovem aos 56 anos de idade. Agora está fazendo do ex-modelo Pierre Dalmari, de 36 anos, seu par constante. O novo digamos namorado da cantora também é diretor de uma casa de leilões para o setor de artes e antiguidades. É o que se pode chamar de juntar com perfeição a fome com a vontade de comer. (Eli Halfoun)


Marília Gabriela deixa o SBT para escrever livro e voltar a ser atriz


Não houve nenhum desentendimento entre Marília Gabriela e a direção do SBT, mas mesmo assim Marília Gabriela confirma que está de saída da emissora, o que significa o fim do programa de entrevistas “De Frente com Gabi”. O motivo da saída de Marília é trabalho: ela continuará fazendo o Marília Gabriela Entrevista no canal GNT, mas prefere dedicar o resto de seu tempo a montagem da peça “Vanya, Masha e Skypo que a devolverá ao palco. Também pretende dedicar-se a escrever seu primeiro livro, mas não acredito que até por respeito educação venha a contar tudo o que viu e sabe. (Eli Halfoun)


quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Um grito de amor


Apoio é uma das palavras mais repetidas nas conversas diárias e ganham mais Apoio é mais do que uma palavra. É um gesto de amor
força quando é época de grandes eventos como, por exemplo, o carnaval, quando APOIO ganha destaque em camisetas e nos coletes dos que trabalham para fazer maior e mais perfeita a grande festa. Tomando por base os grandes eventos é perfeitamente possível perceber quanto o apoio é importante e precisa estar presente não só nos grandes eventos, mas principalmente no evento maior da vida que é a própria vida.
É comum as pessoas cobrarem que outras pessoas dêem apoio a quem necessita (todos necessitamos), mas muitas vezes as pessoas que cobram apoio com facilidade não costumam exercer esse mesmo apoio com a facilidade que sugerem.
O fundamental apoio que se faz necessário principalmente quando alguém enfrenta sozinho a necessidade de se desdobrar em dois para não deixar faltar nada (especialmente tranqüilidade), à quem se está apoiando não exige dinheiro, esforço físico, mas sim e apenas uma presença que mesmo distante possa ser um ponto de segurança para ter certeza de que ninguém está só nos momentos mais difíceis. Esse tipo de apoio que podemos-devemos dar a qualquer instante está na maioria das vezes cem um único gesto, uma única palavra.
A pergunta que se impõe é: quem apóia quem está apoiando? Essa resposta está em você que pode perfeitamente manter-se presente mesmo que distante fisicamente ao lado de quem está apoiando e que precisa sempre de uma mão para equilibrar-se em, um apoio de força de atenção, de amor. É a mesma força que está dando para quem cuida e que precisa de palavras amigas para que possa se fazer cada vez mais forte.
No dia em que deixarmos de ser egoístas aí sim aprenderemos que apoio existe e que não precisa ser anunciado estampado em uma camiseta ou em um colete carnavalesco para fazer com que a vida também seja nos momentos mais complicados tão alegre e cantado quanto o carnaval.

Outra verdade que sempre descobrimos nesses momentos é a de quanto estamos sempre sós na hora da apoiar e principalmente de pedir apoio. Talvez porque apoiar não seja um, ato tão comum assim até desenvolvemos uma espécie de medo e de vergonha de pedir apoio. Não é nenhuma vergonha mostrar que se está fraquejando e vergonha ainda menor aceitar e solicitar apoio. Quem estáando quem está enfrentando a crise de uma doença precisa de apoio constante - o mesmo apoio que é a superação após doente de quem se está cuidado. Portanto, apoio nada mais é do que uma troca de amor e amor e o que a vida mais nos oferece todos os dias mesmo quando estamos supostamente cansados dela. A vida nunca cansa e por isso mesmo jamais focamos realmente cansados das vida. Com apoio total de uns para os outros a vida sempre amanhecerá mais ensolarada, mais radiante, simples e mais vida. (Eli Halfoun)

sábado, 17 de janeiro de 2015

Gisele Bundchen continua sendo a rainha mundial das modelos


Aos 34 anos Gisele Budchen não perde o reinado de modelo mais bem paga e requisitada do mundo Agora mesmo, por exemplo, assinou novo contrato para ser a estrela da nova campanha da Chanel para a qual foi fotografa por Karl Lagerfeld. Não é só: ela também é novamente a modelo do lançamento da linha de sapatos Stuart Waizaman. Nossa brsasilerinha de 34 anos continua sendo sucesso da cabeça aos pés. (Eli Halfoun)


Se Lula pular fora PT já tem muitos candidatos a candidato


Se Lula não for candidato em 208, o que por motivo de saúde pode acontecer, tem muita gente no PT querendo suceder Dilma Roussef. Entre os nomes mais cotados até o momento estão os de Aloízio Mercadante e Jacques Wagner. Fala-se também no governador de Minas Gerais Fernando Pimentel, mas como sempre a palavra final será a de Lula. (Eli Halfoun)


Suplicy quer renda básica no lugar do Bolsa Família


“Ela me prometeu”- é a esperança que o ex-senador Eduardo Suplicy tem de ser finalmente recebido pela presidente Dilma Roussef para uma reunião de trabalho. Suplicy que apresentar para a presidente sua proposta de transição do Bolsa mília para a cRenda cBásica deacIDcCiddania. A lei que institui a RAENDA Básica de Cidadnmia foi sancionada em 2004, mas não entrou em pauta por fsaltas de rehulkamentação. Já naquela época Supolicy pediu audiência com a prersifdentre, mas não conseguiu. TAem nesperançsa de que dessa vrez a coisa vai. (Eli Halfoun)


AVISO: um tempo de férias forçadas


Por motivo de saúde esse blog deixará de ser atualizado por alguns dias já que estarei no hospital (felizmente não público) para uma pequena intervenção cirúrgica. Espero estar de volta ao trabalho antes disso para retomar o contanto diário com meus seguidores. (Eli Halfoun)


sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Zorra sai do ar para dar espaço a um novo humorístico


Decidido: atração das noites de sábado durante anos o programa Zorra Total está com os dias contados: só permanece na programação por pouco tempo, mas isso não significa dizer que a          Globo ficará sem humorístico na programação noturna dos sábados. Tudo o que está sendo anunciado como novo para o Zorra na verdade está sendo criado pra o novo programa que deverá ser de esquetes e piadas rápidas, ou seja, fugindo inteiramente do formato Zorra. A Globo concluiu que o formato Zorra está superado e quer renovar no humorismo, até porque em humorismo não existem piadas velhas: existem sempre novas formas de contar velhas piada e é o q        eu o novo programa pretende na fazer. (Eli Halfoun)


Carreira de Regina Duarte também faz sucesso em exposição


67 anos de idade, 45 novelas e minisséries, 12 espetáculos de teatro, 15 filmes – esses são os números que contam a bem sucedida trajetória artística de Regina Duarte ainda a mais popular atriz do país. Essa bela trajetória artística está exposta no Shopping JK Iguatemi, em São Paulo. A exposição tem de tudo: fotos de todas as épocas incluindo camarins de teatro, cartazes, vídeos com trechos de novelas. Regina não para: está em fase de preparação para interpretar uma lésbica na novela “Sete Vidas” (de Lícia Manzo), que a Globo promete estrear em março no chamado horário das 19 horas. Sucesso garantido. (Eli Halfoun)


Vôo cego para os internautas na aviação brasileira


Os viciados em internet terão deverão esperar mais um bom tempo para utilizar computador em viagens: as empresas brasileiras de aviação garantem que antes de oferecer internet a bordo terão de fazer muitos testes para provar a compatibilidade don sistema com a aeronave e não permitir interferências no vôo. A tecnologia foi liberada em 2010 pela Agência Nacional de Aviação, mas até agora só as companhias estrangeiras oferecem o serviço. O Brasil está sempre atrasado. Deve ter perdido o relógio em 1500 quando foi descoberto. (Eli Halfoun)


Brasileiro protesta pouco como uma recordista mundial da violência


O Brasil protestou contra os ataques terroristas ao jornal francês Chalie Hebdo, mas não protestou tanto. O jornalista Giba Um fez levantamento de números e concluiu que não existem mortos protestos quando se trata de crimes cometidos por aqui: “No Brasil ninguém vai às ruas contra os 154 assassinatos diários com registrados no país”.  Só nom nordeste dois jornalistas foram assassinados e hoje são crimes sem solução, ou seja, tratados ao descaso sem merecer investigação. Se o brasileiro for às ruas às ruas protestar contra a violência passará dias e noites andando de um lado para o outro sem tempo de voltar para casa. (Eli Halfoun)


quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Fique atento: suco de frutas e caixa só tem água, açucar muitas calorias


Cuidado: você pode estar bebendo gato por lebre. Quem é consumidor dos supostamente saudáveis sucos em caixinha e está crente que consome um líquido de qualidade comete um grande: sucos de frutas assim como refrigerantes são líquidos do mesmo saco: tem empurram goela abaixo uma enorme quantidade de água com açúcar. O alerta contra os ditos sucos de frutas não é novo e já foi até denunciado em documentário. Um novo alerta foi publicado agora em O Globo acredite se quiser: em cada três copos de suco o consumidor está ingerindo nada mais nada menos do que 3 mil calorias.Segundo a reportagem os sucos em caixinha contém água, açucar em grande quantidade (três copos longos cheios), aditivos químicos e apenas 30 ou 50º% de fruta,embora os fabricantes anunciem o produto como suco puro de frutas. Puro engano: suco de fruta em caixa não é saudável. Saudável mesmo é água (cuide bem dela) que mata a sede, não te engana e não quer levar vantagem. Suco de fruta só deve ser consumido fruta só deve ser quando preparado na hora e a hora é essa. (Eli Halfoun)


Quem matou não vale mais. Agora em Império o que vale é "quem vai morrer?"


É repetitivo, mas é assim que sempre funcionou: quando se quer dar mais um motivo para o telespectador participar interagir com a novela cria-se um crime e um enorme ponto de interrogação na cabeça do público em torno da identidade do assassino. Em Império Aguinaldo Silva resolveu mudar o jogo: também criou um assassinato (será cometido por Maurílio) e portanto o telespectador saberá imediatamente quem é o criminoso, mas até o crime ser cometido não saberá quem é o alvo. O autor da novela revela que a morte pode chegar mais cedo para qualquer dos personagens e esse será o grande mistério: em vez do quem matou a interrogação para público será quem vai morrer Já se fala em Maria Marta, Cora, o auxiliar de cozinha comparsa de Enrico e em Daniele o que pelo andar da carruagem é até agora o mais provável. O autor não dá pistas concretas e diz que qualquer personagem pode ser o alvo, mas até que o crime aconteça muitas dúvidas serão plantadas na cabeça do público e como o autor garante que qualquer um pode ser a vítima o melhor é esperar mais uma surpresa em Império. (Eli Halfoun)


Cozinhar é uma arte quando se tem comida nas panelas


Não se sabe exatamente como estão em termos de fartura as mesas dos brasileiros, mas não há dívidas de que diante de tantos programas de culinária o paladar melhorou muito.  Programas e culinária são uma nova mania mundial na progrmação0 das emissoras por assinaturas e nas chamadas convencionais. Vira daqui, mexe dali tem um sempre um ”chef” mostrado como melhorar o paladar de qualquer tipo de comida e ensinando que embora seja uma arte cozinhar não é tão misterioso assim, ou seja, qualquer bife pode ser5 transformado em uma receita saborosa e diferente: basta ter coragem para criar, ou seja, não é necessário seguir a receita totalmente. Só falta deswcobrir donde está o bife e onde se estão as batatas. (Eli Halfoun)


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Rivelino revela agora romance com Sonia Braga


Trinta anos depois vem a público o romance vivido com a atriz Sonia Braga e o ex-jogador Rivelino. Rivelino, que é hoje dono de uma escolhinha de preparação de craques de futebol no interior de São Paulo foi quem fez a revelação em entrevista para a revista Sexy. O ex-jogador contou sobre o romance com a atriz e disse ainda: ”Naqueles tempos, as mães achavam que jogador de bola era cafajeste, sem estudo. Não queriam. Hoje as mães empurram as filhas para os caras”. E como empurram. (Eli Halfoun)


Mercado brasileiro de luxo vive de aparência e nada mais


O chamado mercado de luxo não emplacou no Brasil como se esperava e o resultado é que muitas lojas de luxo estão no desespero perto da falência. É, por exemplo, o que se perecebe na balada e chique Rua Oscar Freire, em São Paulo. Os números mostram uma realidade incontestável: às vésperas do Natal para não vende só o mínimo necessário as lojas de luxo decidiram utilizar uma estratégia de pobre adotando liquidações com até 50% de desconto imediatamente com 70%, o que também não deu certo. Em outras palavras: no Brasil luxo é só aparência. (Eli Halfoun)


Antonio Pedro é um acadêmico com cachaça


Aos 74 anos o ator Antonio Pedro é o mais novo integrante da Academia Brasileira da Cachaça: foi eleito com facilidade para a vaga deixada recentemente pelo ator e diretor Hugo Carvana. (Eli Halfoun)


Fernanda Torres escreve no subúrbio o seu primeiro romance


Vem mais boa leitura por aí: a atriz e escritora Fernanda Torres escolheu como tema um subúrbio carioca para desenvolver seu terceiro livro que será um romance. O segundo livro de Fernanda foi de crônicas publicadas em jornais e revistas. (Eli Halfoun)


Kesha no Brasil com nova imagem e temporada de shows


Quem está desembarcando no Brasil para uma longa temporada de shows é a canora Kesha que aos 27 anos resolveu dar uma guinada em sua carreira passando a divulgar menos fotos loucas, mas mantendo em sua música e comportamento o estilo Lady Gaga. Kesha, que já entrou e saiu de uma bulimia e anorexia e que tirou o cifrão do nome tem apresentações confirmadas em Salvador (dia 22), São Paulo (dia 25), Florianópolis (dia 30) e Rio Grande do Sul (dia 31). Ainda não há confirmação de show no Rio. O Rio prefere a praia. (Eli Halfoun)


terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Claudia Leite deixa corpão ainda mais sarado para ser rainha na Mocidade


Claudia Leite está cuidando do copo pra não fazer feio como a nova rainha de bateria da Mocidade Independente e aproveita qualquer intervalo para caprichar no que já é bom: há dias, por exemplo, entre o intervalo diário dos shows que fez shows que fez em Salvador mostrou o corpão na piscina do hotel e o submeteu a um reforçado bronzeamento. Depois ficou tão entusiasmada com o resultado que não resistiu e postou a foto no Instagram.
Aliás, a nova mania entre pos famosos e se deixarem se fotografar seminuas pelos maridos e depois exibirem o material fotográfico no Instagram para alegria dos fãs. Que agradecem muito. (Eli Halfoun)


Blocos: a festa do carnaval está nas ruas


As ruas do Rio ficarão mais animadas do que nunca durante o carnaval: estão confirmadas as saídas de nada mais na menos do que 450 blocos carnavalescos que desfilarão em todos os bairros devolvendo ao Rio a tradição do carnaval de rua. O Barbas (bloco comandado por Nelson Rodrigues Filho) comemora 30 anos e desfilará com um tema muito especial: Brasil 7 a 1 ou 171? .Ou os dois. (Eli Halfoun)


Dilma quer botar ordem em todos os setores da casa


Dilma Roussef começou o ano botando ordem na casa. Pelo menos é o que mostra recente episódio ocorrido no     Palácio Alvorada, onde ela mora. O que se conta é que enquanto Dilma estava em viagem de férias um funcionário resolveu fazer o mesmo e viajou. Quando soube a presidente estrilou: deu um telefonema pessoal para o funcionário com uma bronca em regra. O funcionário tentou justificar com um “achei que poderia”. Piorou: a presidente respondeu: “Você não acha nada. Quem acha alguma coisa aqui sou eu. Volte imediatamente”. O funcionário só faltou bater assas e voar para voltar imediatamente. (Eli Halfoun)







Solidariedade quer Marta Suplicy como prefeita de São Paulo


Marta Suplicy deverá mesmo concorrer à prefeitura de São Paulo nas próximas eleições mesmo que não conte com a legenda e o apoio do PT: o Solidariedade insiste que Marta seja a candidata do partido. Embora ainda seja cedo para uma resposta definitiva tudo indica que Marta aceitará até porque está convencida de que será eleita com certa facilidade. (Eli Halfoun)


Jornalistas da Globo serão seus próprios patrões


Início de ano é sempre igual nas emissoras de televisão e redações de jornais. A “dança dos cortes” é que toma conta do pedaço: depois de muitas demissões realizadas na Record e no SBT a onda está chegando na Globo que depois de ter demitido 200 funcionários passará a vassoura no jornalismo com cortes que não serão necessariamente definitivos: a idéia é que alguns do cortados voltem a trabalhar depois na emissora como pessoas jurídicas. Ou seja como seus próprios patrões e livram a Globo dos compromissos  trabalhistas. Agora será tudo na base do cada um por si. (Eli Halfoun)


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Futuro sem passado


“Nada envelhece mais que ficar lembrando de um passado que será sempre melhor que o presente” - a frase foi “pescada” de uma recente crônica de Nelson Motta (70 anos) publicada em Globo e reflete a mais cristalina verdade da vida. Muitas pessoas (idosos principalmente) vivem, aliás, nem vivem algemadas a um passado que só serve para escrever história. Não significa que as boas lembranças do que percorremos pela vida sejam esquecidas no fundo do baú da memória, mas ficar escravo do passado nos impede de seguir em frente, o seja, de viver o presente e um possível futuro sempre promissor.

Em relação aos idosos há cruel aspecto: viver o presente exclusivamente do passado faz obrigatoriamente recordar de amigos que já se foram e que a nossa vez por melhor que tenha sido o passado está chegando a nossa hora. Para que entrar na fila da morte. O passado praticamente será enterrado com a gente, a não ser que seja transformado em um livro de memórias que é só para o que o passado serve. O passado já foi (não volta mais), o presente está aí a nos mostrar sempre que em qualquer circunstância ainda existe um futuro para construir e conquistar. O presente e o futuro são (serão sempre) o passado de amanhã e se soubermos conduzi-los deixarão sempre boas lembranças, o que não significa que em qualquer idade tenhamos que viver envelhecendo com o passado. A vida é bola pra frente. O resto é saudade e uma maneira de rapidamente nos condenarmos a um envelhecimento que devemos tentar adiar por mais que ele seja inevitável. Não para esquecê-lo, mas para lembrar que nunca é tarde para o futuro. (Eli Halfoun)

domingo, 11 de janeiro de 2015

Rock in Rio: um sucesso que pertence também, ao velho Abraham Medina, um visionário


O Rock in Rio está veiculando bem produzidos anúncios para comemorar seus 30 anos. É uma festa que realmente merece o aplauso de todos porque se fez aquele que é hoje sem dúvida o maior encontro musical do mundo. Nas peças publicitárias a idéia é agradecer ao público responsável maior pelo sucesso.  O público é sim e sempre o maior responsável pelo sucesso de grandes eventos, mas no caso do Rock in Rio não há como não homenagear com aplausos de pé o idealizador do evento, o empresário e publicitário Roberto Medina: foi o arrojo empresarial de Roberto que permitiu com empenho e muita coragem a realização do primeiro Rock in Rio que na época, ninguém, com exceção de Roberto, acreditava que chegaria tão longe e com ainda um longo caminho para percorrer.
A coragem investidora e sonhadora de Roberto me faz lembrar outro Medina tão audacioso quanto ele, seu pai Abraham Medina. Eu era um jovem iniciante em repórter quando conheci o velho Medina pessoalmente e desde e o primeiro encontro ele me passou a certeza de que poderia realizar tudo o que sua criatividade sonhasse em termos de eventos. Os sonhos do velho Medina foram aos poucos transformando-se em realidade e o t e ele se impõe hoje como o criador e realizador dos mais felizes eventos festivos da cidade. Medina pai amava sua cidade como ninguém e queria fazer um Rio-festa, o que conseguiu. Foi o ele o criador de eventos (desfiles de Natal entre outros) que abriram os olhos da cidade para a realização de eventos especiais com uma sempre inesgotável fonte de turismo para um estado que nasceu pra ser visitado sempre. O entusiasmo, o empenho e o arrojo do velho empresário Abraham me entusiasmavam além de me facilitar o acesso a várias notícias. Foi Medina pai quem também abriu novos caminhos na televisão com a criação do programa Noite de Gala que abriu espaço para uma nova visão de jornalismo com entretenimento e é um marco na televisão.
Hoje quando também faço questão de aplaudir o Rock in Rio estou aplaudindo também o arrojo de Roberto          Medina que herdou do pai a coragem de realizar o sonho de fazer do Rio uma sempre e grande festa. Roberto Medina é nesse aspecto o herdeiro maior do pai, o que me deixa a certeza de que a Cidade Maravilhosa será festa, a festa alegre que o velho Medina ajudou a construir.

 Não conheço Roberto Medina pessoalmente, mas cada vez que o vejo na televisão vejo também o velho Abraham Medina que me entusiasmava como jovem repórter e também me fazia acreditar como ainda faz que é possível realizar tudo o que se quer. Roberto Medina está nos dando a festa maior da cidade e ao saudoso pai a alegria de ver o Rio transformando-se em Rio-festa como ele queria, sonhava e lutou muito para conseguir.  (Eli Halfoun)

sábado, 10 de janeiro de 2015

Record já dá como certa a estréia de Xuxa para ser uma nova Hebe


É grande a animação na diretoria da Rede Record que está dando como praticamente acertada a contratação e Xuxa. A direção da emissora garante que depois de várias reuniões as negociações estão praticamente definidas e a transferência definitiva da apresentadora só depende agora da liberação da Globo com quem tem contrato até 2017. Como a Glo0bo não tem (pode até volta a ter só para atrapalhar a transferência) para Xuxa e como ela está entusiasmada com o novo caminho proposto pela Record há quem aposte que sua transferência para a Record será sacramentada nos próximos dias.
A proposta da Record que deixa Xuxa cada vez mais animada é a de transformá-la na Ellen Degeneres brasileira utilizando inclusive mesmo formato de programa, ou seja, diário e no horário nobre.

 Nesse esque4mka não tenho dúvidas de que Xuxa pode realmente emplacar um novo e importante caminho em sua carreira: tem experiência, é respeitada, é de contato simples com os convidados e o que é mais importante fez muitos ami9gios famosos durante a sua carreira, o que sem dúvida facilitará o fluxo de convidados importantes. Em outras palavras: Xuxa poderá ser e com a mesma competência e prestígio a nova Hebe. Para que ser a       Ellen Degeneres se já temos a brsasleirissima Hebe quer, aliás, sempre foi mais carismática do que a apresentadora americana. Como sem dúvida Xuxa também será. (Eli Halfoun)

Estréia de Gugu na Record será em fevereiro. Demorou, mas também vem aí


Depois de um longo tempo de espera Gugu Liberato já pode estrear na Record, onde comandará um programa três vezes por semana sempre com formato diferente, ou seja, adotando o esquema criado por Ratinho no SBT e que o transformou em um dos líderes de audiência no horário noturno mesmo enfrentando a bem sucedida novela Império. A volta de Guga pode não até não acrescentar nada em termos de qualidade para a televisão, mas sem dúvida acrescenta muito em termos de popularidade. Gugu é um apresentador carismático e se comporta muito bem no palco e no contato com o público de casa. Além do mais seu retorno faz justiça a um dos melhores de nossos apresentadores e representa acima de tudo uma nova e sólida presença para o mercado de trabalho na televisão.
Não acredito confesso que Gugu venha aí para renovar nada, mas sua presença será mais um motivo de boa briga entre a Globo e a Record pela liderança de audiência, o que significa que as duas emissoras terão de dar aos telespectadores muito mais do que á dão. Gugu sabe disso e fará isso do jeito popular que sabe.

A estréia do novo programa de Gu8gu ainda não tem data definida, mas a Rexo0rde decidiu que acontecerá depois do dia 25 de fevereiro quando, aliás, a televisão sem reprises começa a existir outra vez. A televisão e o ainda descansado Brasil. (Eli Halfoun)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Aumento salarial com políticos chregará a mais de um bilhão de reais



Será de mais de um bilhão de reais o efeito cascata produzido pelo já concedido aumento de 26% nos salários de deputados e senadores incluindo também prefeitos, vices, secretários e vereadores. O cálculo está em recente estudo da Confederação Nacional de Municípios revelando que o reajuste sairá mais caro do que se pensava. O gasto total com os novos salários pagos a quem cada vez trabalha menos produzirá juntando todos os beneficiados produzirá aumento de R$ 837 milhões, além de outros R$ 666 milhões no caso de vereadores. Para a Câmara que acumula 513 deputados um gasto de R$ 80 milhões por ano. Já no Senado o gasto com o aumento de 81 senadores será de R$ 93 milhões. ÉA assim que gastam nosso suado dinheirinho de postos. Já para os aposentados OH! (faça o gesto popularizado pelo professor Raimundo de Chico Anysio. (Eli Halfoun)

Débora Nascimento: "Sou possessiva demais para dividir um homem"


“Sou possessiva demais para dividir um homem” - quem diz é Débora Nascimento referindo-se a personagem Sueli que interpreta na novela “Alto Astral”. Débora como se sabe mora com o ator José Loreto, que deve andar pianinho em casa. A declaração está na recente edição da revista Nova e Débora fala da relação com Loreto, além de seus planos, que incluem cinema e provavelmente uma peça com o companheiro, para ainda esse ano, além é claro de outros trabalhos na televisão. (Eli Halfoun)


Um narizinho de Pinoccchio no nariz dos diretores mumndiaisdeteatro



“Cada vez que um famoso da          TV diz que “o bichinho do teatro me mordeu’, uma espinha interna de preocupação cresce no nariz de algum diretor de teatro mundo afora” - esse é um recente post publicado pela atriz Márcia Cabrita que resolveu usar a ironia para falar de seus coleguinhas. Tem razão: diretores de preocupação quando ouvem essa ameaça. Jovens atores querem mesmo é fama e dinheiro. Arte no teatro nem pensar. (Eli Halfoun)

Lady Gaga ataca também de garota-propaganda de cosméticos



Lady Gaga ataca também como “garota-propaganda". Aos 28 anos e depois de ter atingido a fabulosa marca de 115 milhões de álbuns vendidos, Gaga que ainda comemora o sucesso do álbum ‘Cheek to Cheek’ que gravou com Tony Bennet aceitou ser o novo rosto e colorido rosto da marca de cosméticos Skiseide, que decidiu relançar seus produtos. Na campanha publicitária  mundial serão utilizadas 50 selfies feitas pela cantora. Além de ser uma mania irritante selfie também está virando fonte de lucro, o que significa que a mania ficará ainda mais chata. (Eli Halfoun)

No futuro Jacques Wagner pode ser mais do que ministro da defesa



Se número de gabinetes significa poder e prestígio Jacques Wagner pode se considerar muito bem na fita do novo governo de Dilma Roussef. Além do gabinete que ocupará como ministro da defesa    Wagner também terá uma sala muito próxima do gabinete da presidente. Há quem garanta que ao dar dois gabinetes para o novo ministro da defesa a presidente quer “demonstrar que ele é integrante do núcleo principal do governo”, mas também há os que acham que vele exercerá breve, um cargo muito maior. Afinal, no governo nunca se sabe muito bem de nada. Principalmente quando se trata de corrupção.  (Eli Halfoun)

Rainha das sardas quer mais trabalhos na televisão



Aos 28anos de idade e exibindo uma bela forma física a modelo e atriz Cíntia Deker é atração da atual edição da revista GQ que explora nas fotos as sardas que salpicam o corpo da atriz dos olhos até os lábios. Cintia é casada com o dentista Pedro Garcia e mora com ele e a sogra no Rio. Depois de ter participado da novela “Meu Pedacinho de Chão” ela aguarda noivos convites da televisão. Que certamente virão. (Eli Halfoun)

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

A juventude não é uma droga


    
O que leva jovens de classe média, com razoáveis condições de vida, a se tornarem bandidos? - essa é a pergunta que mais nos fazemos ultimamente. A prisão de quadrilhas quadrilha de estudantes-traficantes (especializadas em drogas sintéticas) faz mais presente a questão.
                Não é a primeira vez que jovens de classe média, quase todos filhinhos de papai, se envolvem no submundo. É claro que não se deve generalizar e incluir todos os jovens no mesmo saco. Há jovens interessados em ações mais efetivas, sejam no engajamento político ou porque simplesmente estão conscientes que o caminho das drogas é perigoso e sem volta.
                Teoricamente muitas explicações podem ser dadas, mas a teoria não tem sido colocada em prática e o resultado tem sido, como mostra o noticiário, catastrófico. Duas teses são as mais discutidas: a primeira mostrando que jovens de classe média se envolvem no crime porque acham que para filhinhos de papai, não haverá punição. Portanto, é a impunidade que incentiva e acoberta o crime. Outra tese é a de os maus exemplos de práticas ilegais vem de cima, de gente engravatada e bem sucedida que não precisava participar de mensalões e outros esquemas, mas participa por conta da impunidade.
               Culpa dos pais? Talvez seja a falta de diálogo uma das razões. Outras existem e para os psicólogos a busca de bens materiais vendidos como forma de status, leve os jovens de classe média a ganhar, às custas de vidas preciosas de jovens como eles, a boa vida que o mercado de consumo praticamente impõe. A “playboyzada” presa não precisava envolver-se com o crime para sobreviver: todos moradores de endereços nobres e estudantes de faculdades particulares.  O significado estudante universitário perdeu o sentido: passou a ser sinônimo de bandido e não mais de jovens que só queriam diversão sombra e água fresca sem prejudicar ninguém. Estudos mostram que aumenta a par participação de jovens de classe média no crime e a escola tem culpa nisso. Para a psicóloga Maria Irene Maluf “a escola tem que ser atraente, mas os pais também devem conhecer os amigos dos filhos e manter contato com a equipe pedagógica da escola”.
Não se pode, repito, condenar toda a juventude por conta de meia dúzia de jovens mal orientados. É preciso encontrar solução. Perguntas não resolvem nada. Respostas e ações sim. (Eli Halfoun)


quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Explicar para entender não ofende ningúém


1- Já percebeu que todas as conversas que envolvem amor incluem também a dor? É comum e repetidamente burro ouvir discussões e até palestras falando da dor do amor, como se o amor, ou seja, o sentimento maior e mais nobre do mundo pudesse realmente doer. Estou convencido e - não é de hoje - que amor não dói: o que dói mesmo é a falta dele. Há dias no programa Encontro com Fátima Bernardes todos os convidados fizeram o amor andar de mãos dadas com a dor. Se for amor não pode ter a dor como digamos parceira. A chamada dor de amor é só a mágoa de quem rompeu um namoro, um casamento ou outro tipo qualquer de união. Aquilo que fica incomodando depois do rompimento de uma relação não é dor. É só um sentimento de perda e as perdas fazem parte do cotidiano. Amor e dor são sentimentos opostamente diferentes e, portanto, não podem e não devem andar juntos. Com dor não existe amor
porque o amor inteiro só existe mesmo no amor. As perdas impostas pela vida machucam sim, mas isso nada tem a ver com a dor que teimam em relacionar com o amor e principalmente se soubermos definitivamente que em primeiro lugar o amor é nosso e podemos utilizá-lo da forma que acharmos melhor. Menos formando no mesmo bloco da dor: amor é amor, dor é dor. Dor de amor é apenas uma maneira que ewnco0ntramos como desculpa pela perda de um parceiro, ima parceira, Que não precisam ser exatamente um homem ou uma mulher. Amor é um, sentimento definitivo porque de uma forma ou de outra estará sempre dentro de cada um de nós. Já a dor diminui até acabar. necessário, mas é bom perceber que        é um sentimento que não tem fim. Afinal, é o amor que nos alimenta a vida. (Eli Halfoun)
2 - Alguém aí tem dúvidas de que o samba é a maior expressão da música brasileira? É estranho que muitos cantores, compositores tentem excluir o samba da MPB: sempre que falam, em nossos variados ritmos musicais. MP B é Música Popular Brasileira e, portanto, não faz nenhum sentido o samba não fazer parte desse grande bloco música. Sei que se convencionou chamar de MPB a nossa música romântica, mas não entender quer o samba é a principal expressão da nossa música soa estranho além de ser uma enorme burrice. (Eli Halfoun)
3 - O diretor do filme sobre Tim Maia assim como alguns familiares do cantor acharam ruim e até ofensivo o seriado de dois capítulos que se transformou em uma digamos minissérie da Globo. A biografia escrita por Nelson Motta não tem nada de ofensiva e se limitou ao fatos narrados pela vida de Tim. Até concordo que a edição pode ter ficado ruim (é difícil editar com a mesma qualidade a sequência de um filme produzido e dirigido com uma sequência natural de fatos, mas dividir um filme em dois a sequência acaba perdendo a lógica e muitos pedaços ficam faltando. Assim como Tim Mais deixou ficar faltando muitas coisas em sua trajetória de vida e em sua brilhante careira musical. Tim Mais será sempre um artista confuso, mas nada impedirá que seja reconhecido como um dos gênios da música brasileira. (Eli Halfoun)
4 - A cada capítulo a criatividade do de Aguinaldo Silva convoca mais mistérios e dúvida na novela Império. Novela é igual ao roteiro das vida: a cada dia nos oferecem emoções diferentes. Império tem oferecido uma variedade de situações que podem parecer confusas, mas que são como os roteiros c de vidas. O resultado é que fica mais difícil não acompanhar a novela diariamente. E com prazer. (Eli Halfoun)
5 - Pena q u a categoria de ator coadjuvante tenha tido tão bons trabalhos, o que como não poderia deixar de acontecer deixou fora das indicações de melhores da televisão alguns trabalhos irrepreensíveis como por exemplo o de Paulo Vilhena criação do digamos sem ofensas maluquinho da novela. Paulo Vilhena faz um trabalho perfeito, inteiro e dá para perceber que se entregou ao personagem com paixão. Uma paixão que sem dúvida deveria ser premiada. Não foi, mas uma coisa é certa: esse trabalho ficará definitivamente na memória do público e mais do que isso, como uma grande marca na carreira desse jovem e excelente ator. (Eli Halfoun)

6 - Nos seus últimos anos de carreira Chico Anysio, o maior e mais criativo humorista que esse país conheceu, não era mais indicado em qualquer relação parta a escolha de melhor humorista. Ele conquistou com um talento incontestável o premio maior de ser sempre um hors-concurs, ou seja, um eterno vencedor. O mesmo caminho começa a ser trilhado por          Leandro Hassun por quem, aliás, Chio tinha uma enorme admiração. Incluir hoje o nome DE Leandro e qualquer relação e premios não faz sentido porque ele vai “papar todos” simplesmente porque é hoje  o destaque maior de nosso humorismo. (Eli Halfoun)

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

É possível fazer uma televisão de qualidade? Você decide

             
                   O passageiro embarca no taxi  e se surpreende: numa emissora de rádio que não costuma ser frequentada por taxistas o motorista ouve música clássica. O passageiro não resiste e pergunta: “O senhor entende e gosta de música clássica?” A resposta é simples e direta: “ainda não entendo nada mas de tanto ouvir vou acabar me acostumando a gostar de boa música ”.
                       Essa exemplo  real cabe perfeitamente quando se discute a qualidade da televisão brasileira e mostra que para atingir uma plena programação de qualidade é preciso em primeiro lugar acostumar o público com o que é bom. De tanto ver só qualidade na televisão o telespectador acabará se acostumando, como o motorista do taxi, a só gostar de programas de qualidade e na medida em que seu grau de exigência aumentar não haverá mais como negar-lhe qualidade e estará definitivamente derrotada a desculpa de que a televisão oferece baixarias e má qualidade “porque é isso que o publico quer”. Não é, não.
                      Um dos grandes problemas das discussões em torno da qualidade da programação televisiva é que o assunto é tratado sempre com teorias que a maioria do público e até profissionais de televisão não entende, o que muitas vezes acontece também com quem trata o assunto sem a popularidade que deveria – uma popularidade que é, em síntese, o que a televisão realmente precisa para atingir com qualidade a maioria de seu público que é formado pelas classes mais baixas e que, portanto,  são as que mais precisam receber da televisão o que ela pode e deve oferecer de melhor.
                  Para discutir a qualidade da televisão é preciso levar em conta que esse é um veículo que atinge todos os segmentos do público e que deve oferecer, sim, todo tipo de conteúdo, o que torna, como diz o crítico Gabriel Priolli, “difícil sustentar que os programas de um Ratinho, por exemplo, sejam menos representativos da cultura brasileira do que minisséries extraídas da alta literatura”.
                 Quando se fala em televisão de qualidade não é preciso falar necessariamente de programas que se limitem a transmitir concertos de música clássica e nem de atrações que pretendam ser educativas apenas dando aulas supostamente escolares. Programas de auditório, novelas, jornalísticos e mais uma infinidade de atrações cabem numa programação de qualidade. O que não se pode, como costumam fazer muitos programas de auditório, é discutir publicamente as mazelas de algumas pessoas, mesmo porque a presença da televisão deve ser interessante e orientadora para todos e não simplesmente absurda. Engana-se quem pensa – e é assim que a televisão vem agindo nos últimos anos – que televisão popular é sinônimo  de mau gosto e baixaria. Nada do que é, em qualquer expressão artística, popular precisa ser ruim e popularesco até porque, como lembra Jo Soares, de quem não se pode discutir o bom  gosto, a sensibilidade e a popularidade, “toda cultura tem por obrigação ser popular e é  preciso não confundir popular com vulgar. Para ser popular não é preciso ser, necessariamente, vulgar e a coisa vulgar não se caracteriza imediatamente como popular”.
         Uma televisão de qualidade precisa ser uma constante lição de bom gosto e de um lazer que seja mais do que uma simples diversão. Exibir apenas e somente os chamados programas educativos não é certeza de estar fazendo uma televisão de qualidade. O jornalista, cineasta e diretor de televisão Nelson Hoineff lembra que “uma televisão pode ser ruim mesmo exibindo uma sinfonia de Beethoven e ser boa mesmo falando para as massas. Qualidade em televisão depende em grande medida de adequação formal e narrativa do conteúdo ao meio, o que aliás vale também para qualquer outra forma de expressão”.
           Fazer uma televisão de qualidade é possível, sim, e para isso basta que seja implementado o que está no artigo 221 da Constituição que em seu inciso IV, diz que a produção e a programação das emissoras de rádio e televisão deverão atender ao princípio do respeito aos valores éticos da pessoa e da família”. É verdade que aparentemente a televisão se mostra preocupada em exibir uma programação de qualidade e não raro as emissoras de reúnem para discutir principalmente a ética a ser adotada no contato com o público. Mas como sempre e em quase tudo, é mais uma intenção para  dar mais esperança ao público e aos críticos. O que se decide nessas reuniões nunca é cumprido e não é por acaso que os órgãos oficiais controladores das concessões de televisão, divulgam mensalmente o nome dos programas que, segundo o público, apresentam o maior número de baixarias. A relação de programas de baixo nível muda mensalmente mas as baixarias, o mau gosto e a falta de respeito ao público que precisa ser melhor atendido continuam sempre as mesmas, o que se pode constatar facilmente na maioria da  programação oferecida atualmente e que é inibidora do crescimento do cidadão sem  levar em conta que a maior parte dos brasileiros se forma através da televisão, que, com uma programação de má qualidade, é nefasta para uma melhor formação e informação do telespectador, que também costuma ser responsabilizado – o que é uma injustiça – por essa má qualidade porque como lembra o crítico Alexander Goulart “os mais radicais dirão que a massa não gosta de programas inteligentes porque são muito complicados para a mediocridade da massa”.
     Mais uma mentira se levarmos em conta que uma das responsabilidades da televisão está justamente na mudança de atitude do telespectador. Se for oferecida ao público maior número de opções de qualidade ele estará enfim e definitivamente aprendendo a escolher o que é melhor, e o que ,como cidadão, merece. É bom lembrar sempre que a televisão é e será sempre aquilo que nós fizermos dela e, portanto, está na hora de reavaliar alguns programas, algumas propostas e até mesmo o gosto do público.
      Recente estimativa revela que é de mais de 40 milhões o número de domicílios com aparelhos de televisão no Brasil e esse público mostra-se, em sua maioria, descontente com o que recebe em casa. Diante dessa constatação a pergunta é inevitável: se o público está descontente porque se continua oferecendo a ele o que não gosta? A resposta também parece ser fácil: falta criatividade aos profissionais que manipulam a televisão que, por outro lado, parece querer ,com sua inegável força, impor uma programação que não permita que tanto hoje como no futuro o público possa optar pelo que há de melhor. Mas é  verdade também que nossa televisão é uma das mais avançadas do mundo, o que lhe garante a exportação de diversos programas e até a venda de seu know-how.
       Mas se é assim porque se cobra qualidade da televisão? Simplesmente porque a qualidade de nossa programação fica restrita a algumas minisséries e a programas jornalísticos de maior profundidade. Aliás, a linguagem jornalística parece ser o melhor e o mais direto caminho para estabelecer contato de qualidade, em qualquer tipo de programa, com o telespectador, especialmente aquele – a maioria – que precisa receber, mesmo que tardiamente, uma melhor formação. Assim é preciso acabar também coma a mentira que em busca de maiores índices de audiência  a televisão é obrigada a oferecer ao mercado somente aquilo que é vendável sem levar em conta que qualidade é o que há de  mais  vendável em qualquer produto. Fazer uma televisão que não atenda as necessidades culturais do público ,por mais diverso que esse público seja, é deixar escapar sempre uma excelente oportunidade de melhorar o nível de exigência, começando pela televisão, do público brasileiro – esse heróico brasileiro que por falta de melhores opções acaba aceitando tudo de ruim que lhe é imposto. Principalmente na televisão.
        A má qualidade da televisão acaba tendo reflexos em, todos os setores e não é á toa que as revistas especializadas na cobertura da programação de televisão também não conquistem o respeito do público e da própria imprensa. Não é absolutamente culpa das revistas mas sim da televisão que de certa forma também acaba oferecendo às revistas especializadas um material inadequado, ou seja a sua programação na maioria das vezes medíocre. A aparente falta de preocupação da televisão de ir ao encontro de um novo caminho  acaba fazendo com que nossa programação se torne linear:  é tudo igual em todas as emissoras, o que reforça a tese de velho Chacrinha de que “na televisão nada se cria, tudo se copia”. Isso acontece porque em busca do atalho mais fácil para a conquista de consumo do público uma emissora acaba copiando – e copiando descaradamente – o que fez sucesso, mesmo que não seja um sucesso merecido, em outra emissora. O resultado é que a televisão brasileira vive estranhas fases que durante uma temporada fazem de terríveis pegadinhas a grande “descoberta” e em outra trocam as pegadinhas por programas que expõe as mazelas alheias ou informativos policiais que, na maioria dos casos, também apelam E apelam muito.
       Não se pode negar em nenhum momento que diante que acontece  principalmente no Rio e em São Paulo,  a violência está cada vez maior e mais presente  e é hoje um fato jornalístico para programas policiais que até fazem sentido e fariam muito mais se discutissem ( como costuma fazer o repórter-apresentador Marcelo Rezende na Record) a violência com mais profundidade e não se limitassem a mostrar tiroteios e cadáveres todo tempo e em todos os cantos dos dois estados mais focalizados porque são as maiores vítimas da violência.
      Para iniciar um novo processo de televisão com qualidade é preciso levar em conta que ainda há na programação muita coisa irrelevante e portanto absolutamente descartável. Uma televisão de qualidade não precisa abrir mão, ao contrário do que defende a maioria dos teóricos de comunicação, de programas de auditórios, humorísticos, novelas É fundamental que também e principalmente nesses casos a televisão fiscalize ( e não se trata de nenhum tipo de censura, abominável em qualquer circunstância) o que vai mostrar, o que vai dizer e, portanto, o que vai ensinar. Mirando-se em seu próprio espelho a televisão pode aprender de uma vez por todas que, como tem feito em alguns seriados pode ajudar a contribuir com a disseminação da literatura brasileira, como fica evidente na venda de livros adaptados e que popularizam suas histórias e seus personagens.
         A televisão não pode achar também que com a abertura de canais culturais por assinatura, a chamada televisão convencional está livre da responsabilidade maior de informar, ensinar e formar um público mais preparado e, em consequência, mais exigente. Mesmo que essa transformação demore um pouco é preciso que ela seja feita imediatamente. Afinal, a televisão, como lembra Laurindo Lalo Leal Filho, “é um fenômeno da segunda metade do século 20 e que surgiu num momento de crise dos paradigmas democráticos, fortemente abalados pelo nazismo e rigorosamente confrontados com as promessas de bem estar social”. A história conta que a guerra retardou por alguns anos a consolidação da TV como veículo de comunicação de massa, especialmente na Europa. Assim a BBC de Londres foi ao ar pela primeira vez em novembro de 1936 e ficou sem transmitir durante quase sete anos em virtude da guerra, saindo do ar em setembro de 1939, quando vinte mil residências já possuíam aparelhos de televisão em Londres.
         A televisão brasileira não precisa sair do ar para reciclar-se mas precisa ir adequando imediatamente sua programação às novas necessidades e exigências do público, sem a desculpa de que é oferecido ao povo é aquilo que ele quer. O povo quer mais. Sempre. Cabe ao telespectador exigir mudanças nas aproximadamente mil horas de programação oferecidas semanalmente nas emissoras comerciais.. Nesse caso também cabe ao público exercitar a prerrogativa de mudar de canal quando a emissora que escolheu para sintonizar não estiver oferecendo o que ele, telespectador, realmente quer e precisa. A televisão, que tenta impor o  que bem entende, é paradoxalmente, apesar de sua força, o veículo mais frágil do mundo na medida em que está nas mãos do telespectador manter-se com audiência ( e é preciso levar em conta que quantidade de público não significa qualidade) para poder faturar, lucrar e, principalmente produzir. Produzir do bom e do melhor.
         Quem acompanha profissionalmente a trajetória da televisão brasileira sabe que ela, a televisão, pode mudar mas sabe principalmente que essa mudança precisa ser feita a partir da educação do público. É preciso começar em casa e um manual produzido por especialistas em educação, ensina, entre 27 conselhos de como ver televisão com os filhos, que “o exemplo é uma terapia eficaz. Se os pais vêem muita televisão de má qualidade com que critério vão evitar que os seus filhos vejam os programas que são negativos para eles”.

       Talvez assim no futuro,   quando aparelhos de televisão, estiverem instalados em todos os carros, a gente possa embarcar num taxi e perceber que o taxista está sintonizando um programa de qualidade. Não por acaso, mas por sábia e democrá ( Eli Halfoun)