quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Ministério do Turismo cria normas para os cartões de visita

Como se não houvesse nada mais importante e interessante para fazer o Ministério do Turismo resolveu ocupar algumas páginas do Diário Oficial da União publicando logo após o feriadão do final de ano uma enorme portaria sobre procedimentos de concessão e utilização de cartões de visita (em inglês e português) dos funcionários. O Diário Oficial publica até uma página com os modelos de cartões que deverão ser adotados. Se os cartões de visita preocupam tanto, imaginem os de crédito. (Eli Halfoun)

Banco do Brasil já é dos russos e quer ser também dos chineses

O Banco do Brasil aumenta sua importante presença no exterior: está inaugurando um escritório na Rússia depois de ter recebido com impressionante rapidez e pouca burocracia a permissão do governo russo. O próximo e mais complicado passo é abrir um escritório também na China, o que ainda não aconteceu porque os chineses são burocraticamente devagar quase parando e tem feito uma série de exigências. Nesse aspecto a Rússia foi muito mais rápida (o pedido brasileiro foi feito primeiro para a China). Prova que apesar de seu inegável poder mundial a China ainda precisa abrir os olhos para muitas coisas. (Eli Halfoun)

GNT ganha novas e assumidas representantes no "Saia Justa"

Astrid Fontenelle como apresentadora (substitui Mônica Waldwogel) não é a única e boa novidade que o canal GNT promete para nova temporada do programa “Saia Justa” que ganhará também novas participantes como a atriz e escritora Mônica Martelli (é autora ide “Os Homens são de Marte é pra lá que eu vou”) e da jornalista Bárbara Gancia, que substituirá a cantora e compositora Ana Carolina, mas defendendo a mesma linha de comportamento, opção sexual e pensamento. O cada vez maior número de atuantes no setor precisa mesmo de uma representante lúcida. (Eli Halfoun)

Reveillon brasileiro já atrai turistas para o final de 2013

Muitos turistas estrangeiros começaram a programar passar o reveillon no Brasil no final de 2013. A corrida para fazer reservas antecipadas começou depois que o site Badoo publicou pesquisa segundo a qual o Brasil está entre os países preferidos (na liderança estão Suíça e Bélgica) para as festas de fim de ano. O Brasil está na frente de Estados Unidos e Espanha A pesquisa realizada pelo site foi respondida por 17 mil pessoas em quatro continentes. Turismo é uma vocação que o Brasil precisa aprender a explorar cada vez mais. É arrecadação garantida e em moeda forte. (Eli Halfoun)

Kutcher e Mila podem voltar ao Brasil para o carnaval

Se depender apenas de convite os atores Asthon Kutcher e Mila Kunis podem voltar ao Brasil para o carnaval. O convite foi feito por Luciano Huck e Angélica que recebeu o casal no reveillon e os hospedou em sua casa de Angra dos Reis. Asthon e Mila ficaram encantados com os simpáticos anfitriões e com a beleza de Angra, o que pode facilitar o retorno. Com mordomia é sempre mais fácil. Os muitos políticos reis da boca-livre que o digam. (Eli Halfoun)

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Boni: uma história escrita com respeito e qualidade

Apesar de sempre fugir de entrevistas a mídia nunca deixou de enaltecer a importância de Boni (José Bonifácio de Oliveira Sobrinho) para a televisão. Nem poderia: a história da televisão brasileira está realmente dividida em duas partes: antes e depois de Boni. Foi o trabalho que realizou como diretor da Globo que modificou completamente o ritmo e a qualidade de nossa TV. Boni implantou, entre muitas outras coisas, um padrão de bom gosto que é (deveria ser) hoje a cartilha seguida por todas as emissoras e em todos os programas. É verdade que na maioria das vezes a qualidade não é a ideal, mas mesmo assim o dedo de Boni está sempre presente. Há dias dei de cara com Boni seno homenageado no Programa Raul Gil. Certamente era uma reprise (nessa época tudo é reprise), mas como não tinha visto a curiosidade (característica maior der todo jornalista) me impediu de mudar de canal. A presença de Boni em programas sempre foi rara: enquanto diretor da Globo embora com um nome respeitado e sempre citado ele preferiu manter o digamos sigilo da imagem. Preferia não mostrar a cara (só mudou quando lançou seu livro) porque o anonimato da imagem permitia circular mais livremente em todas as áreas nas quais sempre teve muito para observar e aprender. Boni não deixou sua marca apenas na programação: marcou sua presença também na admiração e respeito de todos os profissionais, mesmo que na maioria das vezes tenha sido muito exigente. Era assim porque se fazia necessário para chegar ao esquema de qualidade que exigia para a televisão brasileira. Hoje Boni se dedica à direção de seu próprio canal (já tem 53 retransmissora no interior de São Paulo) e sua participação em qualquer atividade televisiva continua sendo uma referência de sensibilidade, conhecimento e sem dúvida qualidade. Todas as homenagens que foram e serão oferecidas para Boni não serão suficientes para enaltecer sua importância na televisão brasileira. Boni é a nossa televisão. É a eterna busca da qualidade e do fundamental respeito ao telespectador. (Eli Halfoun)

Champanhe é a nova onda do verão nas praias. É tempo de "borbulhar"

O verão sem dúvida a estação mais esperada do ano, especialmente no Rio (que é, aliás, a cara e a casa do verão) não é mais o mesmo: nas praias a nova onda é consumir garrafinhas de champanhe, mas as latinhas de cerveja ainda são as donas da areia ao lado do mate que ninguém sabe exatamente com que espécie de água é feito. Além dos novos modelos de biquínis (cada vez menores na parte de baixo e maiores na de cima por força do silicone) outra mudança chama atenção no Guarujá. Na mais badalada praia do litoral paulista as belas mansões ali construídas estão deixando de receber os ricos donos e alugadas por temporada para grupos chamados de “farofeiros”. Para muitos ainda assíduos frequentadores Guarujá está perdendo seu tradicional requinte e transformando-se em um encontro popular. Ainda bem que a praia, que é de graça, continua sendo de todos e para todos. Mesmo que os paulistas mais preconceituosos não queiram. (Eli Halfoun)