Não importa se você votou em Aécio ou
outros candidato. Agora o que importa mesmo é que o Brasil inicia a partir de
hoje um novo caminho - caminho a que a presidente Dilma Roussef terá de seguir
com garra (e evidentemente justiça e seriedade) para aos poucos dar ao país e
ao povo o destino vitorioso que realmente merecem. É hora de torcermos unidos
para que com a força de nossa importante torcida Dilma possa cumprir todos os
planos e promessas nos próximos quatro anos. A posse de Dilma foi emocionante
(todas são) e mais uma vez ao empossar uma presidente eleita pelo povo o Brasil
mostrou que vivemos uma plena democracia. Em seus discursos (haja garganta)
Dilma disse prometeu muito e de tudo e de tudo o que falou talvez o mais
importante seja ter dito que essa será “ uma
pátria educadora”. Só com educação o país poderá tirar mais uma boa parte da
população da miséria e dar um destino digno aos jovens. Educação é fundamental
assim como é fundamental a união de todos para governarmos bem junto com Dilma.
Quem torcer contra a nova presidente estará torcendo contra o Brasil e, portanto,
conta o povo. (Eli Halfoun)o país
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
Sem medo de ser feliz
QUE EM 2015 VOCÊ APRENDA A ABRIR E A BUSCAR OS SEUS VERDADEIROS CAMINHOS
SEM MEDO DE SER FELIZ
Copacabana não é mais a "Princesinha do Mar".Agora é rainha bela e de todas as classes sociais
Houve um tempo em que Copacabana,
ainda o mundialmente mais popular bairro brasileiro, era tratada de
“Princesinha do Mar”. Depois do início das estas de reveillon o bairro foi sem
dúvida promovida a “Rainha do Mar”, iniciando em todo o Brasil um ciclo que com
queima de fogos incendiou literalmente os o céu do país. A noite de festa ontem
foi sem dúvida a maior e mais sensacional ocorrida nos últimos anos e dá a
Brasil a o título de realizar aquele que não tenho dúvidas é o maior espetáculo
da passagem de ano.
Mais importante do que a queima de
fogos (mesmo que seja sempre parecida a cada ano fica mais deslumbrante) é que
a festa popular de Copacabana conseguiu unir (e cada vez mais) todas as classes
sociais em um evento popular no qual não é preciso ter dinheiro para
participar.
A queima de fotos acabou com as
milionárias festas em hotéis, mansões e clubes e que só os mais endinheirados
podiam frequentar. Agora como carnaval, o reveillon de Copacabana é realmente
uma festa popular que une e reúne todas as classes sociais quando consegue
juntar dois milhões de pessoas em um único, democrático e alegre espaço. Que
seja assim o ano inteiro com ou sem queima de fogos, mas com a mesma união e alegria.
Parabéns Copacabana sem dúvida a mais bela e perfeita “Rainha do Mar”. Ainda
bem que Copacabana e o mar ainda são nossos. (Eli Halfoun)
Retrospectivas: basta de lembrar do passado. O futuro é o camimnho
Em meus muitos anos (bota muitos são
50 nisso) dedicados ao jornalismo nunca concordei com a idéia de preencher
espaço (parece falta de assunto) no final do ano com retrospectivas. Sempre defendi
a tese de que com um novo ano se iniciando mais importante do que lembrar de um
passado jornalístico nem sempre muito agradável (geralmente é uma decepção
doída com a humanidade) o mais importante seria e é dedicar esse mesmo e enorme
espaço ao futuro que está apenas começando. O passado fez sua história e
pode ser consultado sempre e
jornalisticamente nos arquivos de jornais, revistas, televisões e rádios. Sei
que não dá prever e muito menos inventar o futuro, mas sei também que mostrar
através de analistas bem informados, como ele, o futuro, deverá ser economicamente,
profissionalmente e até pessoalmente. Minha teoria nunca foi aceita e eu mesmo
tive de pautar retrospectivas procurando sempre um forma diferente de mostrar a
retrospectiva, ou seja, o passado recente. Nessa época o que passou se impõe
jornalisticamente e erradamente como presente. O maior interesse dos leitores é
planejar o que virá. Retrospectivas só mostram claramente que o passado passou
e, portanto, importante é caminhar para o futuro, inclusive jornalisticamente.
(Eli Halfoun)
Fica atento Faustão: mais popular não é melhor
Na premiação dos melhores do ano que
o “Domingão do Faustão produz há 19 anos uma categoria sempre deixou muito a desejar:
a de melhor música. Todas as canções premiadas até hoje passam bem longe do que
há de melhor na Música Popular Brasileira. Talvez o erro maior seja o título do
digamos quesito. O que se deveria premiar (e se premia) é a canção mais popular
Aí sim a categoria teria sentido, mas chamar as músicas xinfrins escolhidas pelo
programa e o público é menosprezar o talento musical do país. Melhor é uma
coisa, mais popular é outra em matéria de música o mais popular nunca caminha
junto com o melhor. Pelo contrário. (Eli Halfoun)
Neymar: um exemplo de grandeza também fora de campo
O ano que terminou sempre deixa, entre
tantos ruins alguns bons exemplo: o de 2014 é sem dúvida a inauguração Instituto
Neymar na periferia de São Paulo que está atendendo a mais de duas mil famílias
carentes. Neymar não é o primeiro jogador a realizar esse tipo de trabalho. O
que é louvável em sua atitude é ter investido mais de R$ 25 milhões para fazer
um importante trabalho social que é o que o país mais precisa, mas não deve
depender só do governo Os mais pessimistas podem argumentar eu com esse tipo de investimento Neymar é
beneficiado com a isenção de muitos impostos, inclusive e principalmente o de
renda. É injusto pensar que na cabeça de um menino de 22 anos esse tipo de
vantagem tenha sido levado em conta. Quem conhece Neymar sabe que ele que mesmo
é ajudar aos mais necessitados. Neymar está devolvendo para a torcida o mesmo
aplauso que tem recebido em campo. Marca o mais belo gol de sua carreira ao
mostrar que quando se tem consciência social é sempre possível fazer mais do
que apenas brilhar em campo. (Eli Halfoun)
Padre Marcelo Rossi é o cantor campeão de vendas de 2014
O Brasil é um país muito versátil em
termos de escolhas: há anos a mulher mais bonita o Brasil era o na época ainda
travesti Roberta Close, ou seja, um homem. Agora o cantor de maior vendagem de
CDs e DVD de 2014 não é exatamente um cantor, mas sim um padre. O padre Marcelo
Rossi desbancou nossos mais populares artistas musicais com a extraordinária de
venda de mais um milhão de cópias com o trabalho musical intitulado “Tempo de
Deus”. Talvez a difícil fase de saúde que enfrentou tenha ajudado na aumentar o
sucesso de seu trabalho musical que é importantíssimo na medida em que resgata
cantando a religiosidade católica do povo brasileiro.
Entre as cantoras três brilharam em
termos de vendas: Anitta, o grande fenômeno musical dos últimos anos, Ivete
Sangalo e Paula Fernandes. Esse é ou não definitivamente um país musical? (Eli
Halfoun)
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