domingo, 3 de fevereiro de 2013
Reducão de salário pode tirar Gugu da Record. Melhor para o SBT
Oficialmente o assunto é ignorado, mas nos bastidores da Record todos parecem saber que a emissora está insatisfeita com o retorno comercial de Gugu e principalmente com o alto salário que recebe. Há na direção da emissora uma forte corrente a favor de tentar reduzir o valor mensal pago para Augusto Liberato, mesmo que esse valor esteja (como está) previsto em contrato. Nenhuma proposta foi oficialmente feita ao apresentador e se for creio que dificilmente Gugu aceitará continuar na Record e já se especula que ele já estaria negociando com Silvio Santos uma possível volta ao SBT. O jornalista Ricardo Feltrin, da “Folha de São Paulo” lembra que foi assim, ou seja, usando esse expediente de tentar reduzir salário que a Record perdeu Ratinho, que é hoje responsável por um dos maiores faturamentos comerciais do SBT. Parece que a Record anda querendo receber altos dízimos até de seus contratados. (Eli Halfoun)
Saiba para onde vai a grana de nosssos impostos
Os brasileiros gostariam de saber com clareza para onde vão os muitos milhões que pagam anualmente em impostos que nunca são aplicados corretamente no que deveriam ser. Boa parte do dinheiro (bota milhões nisso) é utilizada em despesas com pessoal e em encargos sociais da administração pública federal (incluindo civis e militares, ativos e inativos). Esse ano segundo o projeto da Lei Orçamentária que será votado depois do carnaval os gastos deverão alcançar R$ 275 bilhões. O Poder Executivo terá um custo de R$ 162,9 bilhões. Para o Judiciário serão destinados R$ 23,9 bilhões. O Legislativo receberá R$ 7,9 bilhões e o Ministério Público da União ficará com ER$ 3,2 bilhões. Dinheiro que sai de nossos bolsos, mas nunca é revertido em nosso benefício. (Eli Halfoun)
Kate Moss mostra tudo no mais ousado ensaio de sua carreira de modelo
Considerada a número um entre as modelos ícones a Kate Moss está sempre surpreendendo. Sua nova “performance” fotográfica para a revista “Love Magazine” revela uma Kate totalmente nua. Nas fotos cliques feitos por Tom Walker, Kate está nua em todas as fotos e usando um megahair meio,ondulado, meias 7/8 e grandes chapéus.. Algumas fotografias foram feitas com Kate em uma cama forrada de rendas e coberta com muitas flores. O fotógrafo não economizou nas imagens e em várias fotos Kate mostras em big close a região pubiana, que não foi depilada, mas discretamente disfarçada com pequenas flores. Não é o que se pode chamar de uma mata virgem. (Eli Halfoun)
Izabel Goulart faz ainda mais belas as igrejas barrocas da Bahia
“É o melhor editorial que fiz na vida” - é com essa entusiasmada declaração que a modelo brasileira Izabel Goulart expressa seu encantamento pelo novo ensaio fotográfico que protagonizou para a edição de fevereiro da revista Vogue francesa. As fotos foram feitas na Bahia, mais precisamente nas lindas igrejas de Salvador. O ensaio é uma referência ao estilo barroco e Izabel aparece em magníficas fotos com roupas religiosas e com modelos especiais das grifes Chanel, Dolce & Gabanna, Givanchy e Valentino, mas o que mais chama atenção é a beleza charmosa da modelo brasileiríssima como o barroco. (Eli Halfoun)
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Eleição do presidente do Senado deveria pertencer ao povo
Até hoje não entendo o motivo que transforma senadores em eleitores especiais hora de eleger o presidente do Senado. Ora, se foi o povo que com seu voto colocou os senadores no lugar que estão (na maioria das vezes não deveriam estar) nada mais justo que o presidente dos senadores eleitos pelo voto popular também fosse eleito por esse mesmo povo. Talvez assim os conchavos que geralmente existem nesse tipo de eleição, deixariam de existir e seria quase impossível ver absurdo como a da reeleição do senador Rena Calheiros que como todos se lembram teve de fugir da presidência do Senado pela porta dos fundos. Calheiros ainda não foi condenado nas muitas acusações que farão o eleitorado desconfiar dele eternamente, mas se a escolha do novo presidente do Senado fosse aberta ao povo (como deveria ser) não há dúvidas de que Calheiros não receberia um único voto. Talvez nem o da jornalista Mônica Veloso. (Eli Halfoun)
Pé na Cova não é desrespeito com a vida e a morte
O seriado “Pé na Cova” foi alvo de um verdadeiro bombardeio de tuiteiros revoltados contra um post (no Twitter do programa sugerindo a criação de lápides engraçadas (Jô Soares, por exemplo, disse em entrevista para uma emissora francesa de televisão que quando morrer escreverá em sua lápide “enfim magro”. A reação dos tuiteiros aconteceu porque a postagem foi feita no mesmo período em que aconteceu a dolorosa e comovente tragédia do incêndio em Santa Maria. Reclamações exageradas: é evidente que não houve por parte do programa e da Globo a menor intenção de brincar com a tragédia. Provavelmente o responsável pelo Twitter seguiu uma orientação feita e tomada muito antes da tragédia que ninguém poderia prever, mas quer certamente poderia ter sido evitada ou pelo menos minimizada. Os tuiteiros chegaram a sugerir que “Pé na Cova” deixe de ser apresentado por um período, o que evidentemente a Globo não aceitou. O seriado de Miguel Falabella não brinca com nenhuma tragédia e nem com um morte específica: brinca com a vida e a morte de uma maneira geral e trem feito isso com qualidade e bom humor, como, aliás, a vida e a morte devem ser sempre encaradas para que melhor possamos lidar com elas. Também não existiu por parte da Globo nenhum desrespeito com um fato que comoveu o país. Pelo contrário: a Globo realizou uma excelente cobertura sobre a tragédia e muito do que se tem investigado é sem dúvida resultado do trabalho de denúncia e apuração dos repórteres de telejornais da emissora. Todas as medidas nacionais de prevenção que forem tomadas de agora em diante terão sem dúvida um dedo do bom trabalho jornalístico de todas as emissoras de televisão e da imprensa de uma maneira geral. (Eli Halfoun)
BBB perde audiência, mas Globo nem pensa acabar com o programa
Mesmo com a queda de audiência, o que depois de 13 edições do programa era perfeitamente previsível (o que já era ruim ficou pior) a Globo não cogita pelo menos por enquanto tirar o Big Brother de sua programação e fazer da atual a última temporada O fato do interesse do público ter diminuído não diminuiu o faturamento do programa que continua sendo bastante rentável para a emissora e no fundo é isso o que interessa. A Globo também tem no BBB uma espécie de tranqüilidade de férias: exatamente no período em que quase todos os programas da emissora descansam o BBB é usado como uma suposta atração inédita para tapar um enorme buraco.
De qualquer maneira o BBB ainda rende algumas discussões como agora em que a emissora é novamente acusada de não ter exibido o beijo gay entre o concorrente eliminado (Aslan) e seu assumido namorado. A Globo diz que o beijo não foi focalizado porque as câmeras estavam mostrando apenas o encerramento do programa e, portanto, focalizadas apenas no apresentador Pedro Bial, o que em televisão é desculpa esfarrapada. Essa história de beijo gay na televisão ficou repetitiva: qualquer pessoa tem o direito de beijar quem bem entender e a Globo também pode exercer eu direitoidseexze4erceo o seu direito de não exibir o beijo. O que importa é que com beijo ou sem beijo os gays têm sido mais e melhor aceitos em programas de televisão, o que mostra que de uma forma ou de outra a porta está se abrindo cada vez mais para que a homofobia criminosa não continue sendo praticada. Homofobia é preconceito e preconceito é, além de burrice, crime. (Eli Halfoun)
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