quarta-feira, 2 de maio de 2012

Sapato de cristal da Cinderela quer calçar os pés do mundo

O sapatinho de cristal que só cabia no pé da Cinderela caberá agora em todos os pés, o que significa que poderá ser usado por todas as mulheres que puderem pagar o alto preço. O famoso estilista (é sapateiro mesmo) de calçados Christhian Louboutin, o mesmo que criou as solas vermelhas, inspirou sua nova coleção nos contos de fada. Cinderela é a principal inspiração e tem motivo para isso: o sapato de cristal fará parte da divulgação e homenagem do relançamento do filme. Louboutin está empolgado e diz: “Tenho tanta sorte de ter caminhos cruzados com Cinderela (será que ele também é uma) que é um ícone tão emblemático para o mundo dos sapatos”. Os príncipes que se preparem para pagar a conta. Inclusive em plásticas para transformar suas princesas em novas Cinderelas. (Eli Halfoun)

terça-feira, 1 de maio de 2012

CRÔNICA ------ Heróis de ouro

Estava mais do que na hora: até que enfim estamos orgulhosos (e desconfiados) com as realizações da Copa e das Olimpíadas que também tem tentado mostrar nossa capacidade de dar a volta por cima. Mais importantes do que as premiações esportivas, que certamente conquistaremos são as medalhas de vida que devemos exibir com orgulho. São medalhas que fazem brilhar no peito e na alma, a capacidade de superação desse heróico povo brasileiro que com garra, alegria e entusiasmo, tem sobrevivido a tudo e a todos. O brasileiro é um atleta do cotidiano e na arena da vida tem de nadar diariamente contra a correnteza, dar saltos mortais (com piruetas e tudo) para vencer obstáculos, sacar com perfeição e bloquear com força as bolas traiçoeiras que a vida adversária remete. O brasileiro tem de correr com sua maior velocidade, tem que saltar adversidades para fazer um gol que lhe permita comemorar com pelo menos um prato de comida diariamente. Somos atletas do dia a dia na arena da vida. Os que se fazem atletas de competições esportivas são mais completos porque para praticar os esportes que hoje nos encantam e orgulham precisam vencer a falta de incentivo, a falta de apoio, a falta de um tênis adequado e muitas vezes até a falta de míseras moedinhas para pagar a passagem que os levam aos locais de treinamento. Essas são sempre as primeiras e maiores vitórias de nossos atletas para poder competir e vencer (de qualquer maneira já são vitoriosos) os adversários esportivos que aqui desembarcam cercados de incentivo, de grandeza, de boa alimentação. São atletas que não precisam os nossos, correr atrás de um prato de comida e nem fazer do esporte uma maneira de escapar de uma vida ingrata, miserável e perigosa. Ouro, prata, bronze, não importa. As medalhas já conquistadas no tem o efeito de fazer (até que enfim) o brasileiro orgulhar-se de sua inteira e completa capacidade. E não só da esportiva. Pela primeira vez estamos nos sentindo pessoas do primeiro mundo. Sempre fomos. Só que nosso doente complexo de inferioridade não nos deixava enxergar isso. Talvez agora nos dê uma visão real e orgulhosa que permita parar de achar que tudo que vem de fora é melhor. Não é. Faltam ainda muitas coisas, mas já deu para perceber que não somos piores do que ninguém. Somos, sim, um país e um povo de primeiro mundo, se não em tudo, já em quase tudo. Agora é torcer para que as medalhas esportivas que nos estão enchendo de orgulho, não brilhem apenas enquanto houver eventos esportivos. Nossas medalhas precisam continuar brilhando todo o tempo. Precisamos acreditar que nunca fomos e nunca seremos piores do que ninguém. E cantar com entusiasmo e em coro: “Sou brasileiro com muito orgulho” * Sem nenhum tipo de complexo

Guardiola na seleção brasileira é só um sonho sonhado

A saída de Pep Guardiola do comando técnico do Barcelona (saiu porque quis e não aceitou nem mesmo um cheque em branco para ficar) aliada a insatisfação popular com o trabalho de Mano Menezes na seleção brasileira fez aumentar (era inevitável) o desejo dos torcedores quererem Guardiola no comando do time brasileiro. É apenas um sonho que leva a muitas especulações, mas esta fora de cogitações na CBF trazer para o Brasil o técnico que imprimiu ao Barcelona um futebol alegre, ofensivo e vitorioso que encantou o mundo (como foi o do São Paulo com Telê Santana). Nem é preciso ficar alimentando esperança: sabemos que Guardiola não vem e não virá assim como temos certeza de que Mano Menezes não emplaca a Copa do Mundo como técnico da seleção. O nome brasileiro dos sonhos da CBF e da torcida é o de Muricy Ramalho, que também está dando ao Santos um futebol bonito ofensivo e vitorioso. O que a seleção brasileira não precisa é de um técnico confuso e medroso - daqueles que faz de tudo para empatar só para não perder o emprego. Ou seja: quase todos os que estão agora no comando dos maiores times brasileiros. Parece que futebol bonito e ofensivo é coisa do passado no Brasil. (Eli Halfoun)

Audiência mínima deixa Datena feliz e de pé na Bandeirantes

Para quem esperava audiência zero o apresentador José Luiz Datena está radiante e surpreso com o índice de 3.0 de público que vem conquistando com o programa “Quem fica em pé?” na Bandeirantes. Datena tem planos mais ambiciosos na emissora, entre os quais o de comandar um programa de auditório ao vivo, o que, aliás, pode vir a acontecer ainda esse ano. O novo “Quem fica em pé?” não tem nada de novo: o mesmo e importado esquema foi utilizado pela Record com o comando de Milton Neves, que não ficou de pé como apresentador na emissora. (Eli Halfoun)

Estréia de "Gabriela" tira programas do ar na Globo

A estréia da nova versão de “Gabriela” no dia 15 de junho obrigará a Globo a mexer em sua grade de programação retirando do ar temporariamente algumas das séries exibidas atualmente. Dependendo do programas rifados o público ficará até agradecido. (Eli Halfoun)

Estréia de "Gabriela" tira programas do ar na Globo

A estréia da nova versão de “Gabriela” no dia 15 de junho obrigará a Globo a mexer em sua grade de programação retirando do ar temporariamente algumas das séries exibidas atualmente. Dependendo do programas rifados o público ficará até agradecido. (Eli Halfoun)

Um Brasil alegre e bailarino na pota dos pés

Mesmo quem não gosta (meu caso) de programas de auditório Não pode deixar de perceber beleza na “Dança da Galera”, competição que está sem dúvida aproximando o Brasil de todos os brasileiros. A galera mostra o quanto está o brasileiro é esforçado e musical. Reunir mais de mil pessoas em uma coreografia não é tarefa das mais fáceis ainda mais quando agrupa pessoas que certamente nunca experimentaram o “dois pra lá, dois pra cá”. Méritos para a coreógrafa que consegue um verdadeiro milagre e nos brinda com momentos de pura beleza e criatividade. Esse Brasil alegre e bailarino é que precisamos descobrir e valorizar cada vez mais. (Eli Halfoun)