terça-feira, 2 de novembro de 2010

Presidente ou presidenta? Importante é que o país ande bem

Não é só em torno de que como será o seu governo que se impõe a dúvida desde que Dilma Roussef foi eleita para comandar esse país de 190milhões de eleitores. A outra dúvida está sendo causada pela complicada língua portuguesa: Dilma deve ser chamada de presidente ou presidenta? As duas formas estão corretas e por isso mesmo talvez seja ocaso da imprensa estabelecer um critério e uma única maneira de referir-se ao cargo agora ocupado por uma mulher. Assim o leitor-eleitor ficaria menos confuso pelo menos diante da ortografia. Em artigo para o portal G1 da Globo, o professor Sergio Nogueira diz: “Tanto faz. As duas formas, linguisticamente, são corretas e plenamente aceitáveis”. O professor lembra também que “a forma presidenta segue a tendência natural de criarmos a forma feminina com o uso da desinência “a”: menino e menina, árbitro e árbitra, brasileiro e brasileira, elefante e elefanta, pintor e pintora, espanhol e espanhola, português e portuguesa”. O professor Nogueira lembra ainda que “na língua portuguesa, temos também a opção da forma comum aos dois gêneros: o artista e a artista, o jornalista e a jornalista, o atleta e a atleta, o jovem e a jovem, o estudante e a estudante, o gerente e a gerente, o tenente e a tenente. Há palavras que aceitam as duas possibilidades: o chefe ou o chefe e a chefas, o parente e a parenta, o presidente e a presidenta ou o presidente e a presidenta”. Não importa o quanto é complicada a língua portuguesa. Importante mesmo é como o presidente ou presidenta Dilma Roussef dê ao país o governo e o futuro no qual a maioria da população apostou.

Procura-se um Jo Soares para a Record News

Sucesso nos Estados Unidos, onde seus apresentadores faturam milhões de dólares em salários (casos de, entre outros, Ophra Winfrey, que agora terá seu próprio canal de televisão, David Latterman e Jay Leno, entre outros) os talk shows também conquistam espaço na nossa televisão. O pioneiro brasileiro nesse esquema de programa foi Silveira Sampaio, o “pai” de Amaury Jr., mas foi Jô Soares quem sem dúvida, deu uma nova dimensão e respeitabilidade aos talk shows nacionais e praticamente determinou que esse tipo de programa bom e barato esteja em todas as emissoras. Ganhará espaço também na Record que procura (e não encontra) o apresentador de seus sonhos. Enquanto isso não acontece incluirá nos finais de noite de sua programação o “Tonight Show” apresentado nos Estados Unidos por Jay Leno. Na Record News o programa americano será exibido com legendas, a exemplo, do que acontecer com David Latterman na GNT. Difícil é entender como não há disponível um único jornalista ou apresentador que atenda os interesses profissionais da Record News. Programas “enlatados” dão menos trabalho e custam bem mais baratos.

Cantor Leonardo quer ser governador de Goias

Nem bem terminou a eleição começo uma nova corrida eleitoral, por enquanto só na base dos planos, para 2014 e muitos possíveis candidatos já dão as caras, mesmo que depois não venham a se candidatar. Um dos postulantes para a eleição de 2014 é o cantor Leonardo que em recente entrevista para a revista Playboy revelou que em 2014 será candidato ao governo de Goiás. Na entrevista Leonardo fala de outros assuntos, um dos quais traição e confessa, brincando é claro, que já foi muito traído, continua sendo e justifica: “Um homem sem chifres é um homem indefeso”.

Voto de Marina Silva foi mesmo secreto até o dia da eleição

Pode ser que agora ela revele (certamente não o fará), mas até dias antes da decisão do 2º turno a candidata Marina Silva, do PV, manteve seu voto em segredo até da imprensa internacional. Em reportagem da revista italiana “Panorama” disse que “muitos verdes votarão em Dilma, a quem respeito muito e por quem tenho amizade”. De mudança para São Paulo Marina não descarta a possibilidade de novamente candidatar-se à Presidência da República em 2014, mas ainda não fala oficialmente sobre o assunto. Quer como fez no 1º turno, comer pelas beiradas. E nem mineira ela é.

Abril quer emissora de TV. É um sonho antigo

O fato de ter o jornalismo impresso (faz as melhores revistas do país) como ponto forte de seus negócios não impede a Editora Abril de continuar planejando ter uma emissora aberta de televisão. Esse é um sonho antigo de Victor Civita que pretende transformar sonho em realidade: já conversa com grandes fundos brasileiros sobre uma possível sociedade. A TV Abril existiu quando há anos alugou espaço na TV Gazeta e colocou no ar uma TV Abril diária e voltada para o jornalismo e momentos especiais de entretenimento. AO sonho quase se concretizou também com a TV A quando Civita pesou em colocar no ar um canal fechado de jornalismo 24 horas por dia. Seria um canal inspirado em modelo canadense e na NY 1 de Nova York. Naquela época o sonho não se materializou, mas nunca deixou de existir. Agora está mais forte.

Todo mundo quer ver americanas daTVsem roupa

Sucesso na televisão americana onde emplaca sua quintas temporada, o programa ”Up with the Kardashians” ganha também os vídeos brasileiros transmitido pelo canal a cano E! O ponto forte do programa são as apresentadoras, as irmãs Kloe, Koutney e Kim Kardashian, que lá como aqui são alvo das revistas que as querem nuas em suas páginas. A revista W colocou Kim na capa, mas foi a Playboy que conseguiu tirar a roupa da apresentadora de 1,61m e que revela nas páginas da revistas um belo corpo, com elogios especiais para o bumbum. As medidas de Kim são 787-66-99. Ou seja, a medida que todos nós gostamos.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

ELEIÇÃO 2010 - Enfim uma mulher para arrumar a casa

1- Se for verdade que, como se diz popularmente, só as mulheres sabem arrumar a casa e a eleição histórica de Dilma Roussef é a esperança maior de que a casa Brasil fique limpinha e organizada. Dilma, que teve uma vitória incontestável, terá, acredita-se agora quando tudo ainda é festa, apoio para isso. Mais do que apoio já mostrou que tem capacidade, determinação e coragem. Assim tudo indica que teremos um novo Brasil sendo construído nos próximos quatro anos - uma construção que não se pode negar Lula deixou com os alicerces bem fincados.
2 - Não se pode deixar de reconhecer também que a incontestável e difícil vitória de Dilma esperada desde o 1º turno foi a vitória maior de Lula, que mostrou extraordinária visão política e administrativa ao escolher e bancar e avalizar (foi um fiador) praticamente sozinho o nome de sua sucessora. Lula também enfrentou uma luta heróica e venceu. Como, aliás, venceu todos os desafios em sua vida.
3 - –A eleição de Dilma também é importante porque sem dúvida escancara a porta para que as sempre competentes mulheres se fortaleçam politicamente e inscrevam seus nomes e o do Brasil na história do mundo. Nesse aspecto a eleição de Dilma reforça a possibilidade de Marina Silva entrar mais forte na campanha de 2014, se como se diz vier mesmo a ser novamente candidata. Se Dilma fizer (e fará) um bom governo sem dúvida reforçará a credibilidade do eleitor em torno das mulheres e Marina Silva, que foi muito bem no 1º turno é a primeira a sair com vantagem.
4 - O eleitor já sabia desde a implantação das urnas eletrônicas que eleição no Brasil deixou de se um filme de suspense com o final que levava dias para ser mostrado. De qualquer maneira o brasileiro se enche de orgulho ao tomar conhecimento do resultado oficial pouco mais de duas horas depois do encerramento da votação. O Brasil deu uma vez mais uma lição eleitoral ao mundo.
5- Os eleitores sempre souberam que políticos mudam de partidos e de idéias de acordo com suas conveniências. Essa eleição mostrou que é assim também com os chamados analistas políticos. Antes do resultado final e mesmo com todas as pesquisas mostrando claramente a vitória de Dilma, a maioria de analistas políticos fez de tudo para diminui a credibilidade de Dilma entre os eleitores. Assim que sua vitória foi anunciada oficialmente esses mesmos analistas políticos passaram a dizer que “Dilma é a maior”, que “Dilma entrou (e entrou mesmo, apesar dos analistas) para a historia”. Analistas políticos também entraram para a história mostrando que não se deve acreditar muito no que dizem: suas opiniões não são isentas.
6 – Logo depois de ter votado no Rio e de viagem marcada para São Paulo, Índio da Costa, o vice de Serra desacreditou as pesquisas e disse que “a grande derrotada serão as pesquisas “porque não haverá vencedor com 10% de vantagem". Dilma conseguiu e até um pouco mais. Portanto quem ficou desacreditado (se é que já não) foi o vice de Serra. Quem mandou falar demais.