quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Beleza madura ganha novas "roupas de baixo"

O Brasil tem inegavelmente bonitas e bem cuidadas mulheres da chamada meia idade, mas uma australiana foi a escolhida para estrelar a campanha de lançamento da nova linha de lingerie Entintais, da Valisére. A escolhida é a modelo Elle Macpherson, de 46 anos. Ellen foi uma das modelos top nos anos 80 e 900. Hoje vive na Austrália, onde nasceu, ao lado do marido, um empresário de hotelaria, e está em plena forma física, o que significa que a nova lingerie lhe cairá bem. No momento a modelo desfila sua beleza na noite paulista. r

Lady Gaga agita as mulheres com sua dieta

Agora que Lady Gaga divulgou a receita que utiliza para manter a forma física e a energia uma nova dieta certamente entrará em moda na alucinante corrida da maioria das mulheres contra o aumento de peso e celulite. Lady Gaga tem uma dieta simples com tofu (queijo de soja), peito de peru, homus (pasta de grão de bico) e água de coco, também a preferida de Madonna que até tem uma empresa para engarrafar e vender a doce água.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Jovens são o alvo preferido da indústria de cigarros

A poderosa indústria do fumo (o comercial, evidentemente) tem uma meta prioritária em suas campanhas publicitária: conquistar o público jovem, que vai dos 15 anos 24 anos. Com isso quer ganhar novos clientes e por mais tempo - isso se eles não morrerem antes em conquência do cigarro. Como indústria preocupada em faturar cada vez mais, eles tem todo o direito de tentar atingir um maior mercado de fumantes e os jovens são sem dúvida consumidores mais fáceis na medida em que ainda acreditam em apelos publicitários baratos. O perigo maior desse, digamos, interesse em conquistar mais jovens tabagistas ultrapassa o mal que o tabaco provoca: os jovens começam com um cigarrinho aqui, outro ali e rapidamente passam as ter a natural curiosidade juvenil de conhecer outras formas de “diversão” e passam a consumir maconha, cocaína e crack simplesmente porque assim se sentem mais homens. Deveriam isso sim é sentir-se mais imbecis porque se permitem entrar nesse esquema que fabrica todo tipo de viciados geralmente para o resto da vida. Os jovens não gostam de depender de ninguém, mas estranhamente parecem não se importar ser dependentes químicos e brincar com a vida.
Pesquisa divulgada pelo Instituto Nacional do câncer mostra que o Brasil tem hoje o absurdo número de 25 milhões de fumantes com idade igual ou superior a 15 anos. Para Liz Maria de Almeida, gerente da Divisão de Epideomologia do Inca “caso consiga tornar o jovem dependente desde cedo a indústria garante um comprador até o final da vida”. Isso pode até parece publicidade bem feita, mas não é. É crime.

Arroz com feijão pode acabar comos gordos e gordinhos

O arroz com feijão, que os nutricionistas consideram a mistura ideal para a saúde, está deixando de ser o prato mais consumido (quase obrigatório) no dia a dia. A pressa na hora do almoço tem impedido que nesse horário possa ser exercido o saudável hábito de sentar para fazer uma refeição normal e saudável. Muita gente tem trocado um prato de comida por sanduíches gordurosos, pastéis e salgados geralmente fritos em gordura saturada. Resultado: estamos virando um país de obesos, ou seja, de quase doentes já que gordura física não é nem de longe sinônimo de saúde. Nos Estados Unidos, país líder em obesidade, os gordos enfrentam todo tipo de restrições se quiser fazer um seguro de vida: os gordos estão mais próximos da morte por enfarte e outras doenças que o excesso de gordura costuma provocar.
No Brasil estamos indo pelo mesmo e gordo caminho e a partir de uma pesquisa revelando que temos cada vez mais obesos, inclusive entre as crianças, o Ministério da Saúde, no qual o ministro Temporão realiza bom trabalho, passou a sugerir e aconselhar quer voltemos a consumir com mais ferquência o feijão com arroz nosso de cada dia. Dados revelam que o consumo de feijão caiu de 71% para 65%. Feijão com arroz é muito mais saudável do que qualquer engordurado sanduíche de fast-food e custa bem mais barato. O alerta do Ministério da Saúde para que se coma mais arroz e feijão é fundamental, mas também é um perigo: em um país de gananciosos comerciantes e produtores não demora muito tanto o arroz quanto o feijão terão seus preços elevados e acabarão virando artigo de luxo, ou seja, proibidos para a maioria da população.

Na hora de declarar bens políticos viram mágicos

Estamos cansados de saber que quando fazem declarações de bens no Supremo Tribunal Eleitoral os políticos mostram habilidades mágicas de fazer inveja aos maiores ilusionistas do mundo: rapidamente fazem desaparecer da relação de seus bens, casas, terrenos, dinheiro e outras coisas. Existem exceções nem tão exemplares assim: uma delas é o palhaço Tiririca, que concorre a uma vaga de deputado em São Paulo. Tiririca declarou não possuir absolutamente nada e para quem estranha essa pobreza ele explica: “É laranja que se diz, né ? Eu tenho um laranjal”. Para evitar perder bens em processos tratou de passar todos os seus bens para o nome de outras pessoas. Quer dizer: não fez nada que os outros experientes políticos não façam

Cirurgias plásticas trazem muitos turistas ao Brasil

Uma nova modalidade de turismo está ganhando força no mundo. É o turismo saúde, que já movimenta U$ 60 bilhões anuais no mundo e segundo recente estimativa chegará breve aos U$ 100 milhões. O Brasil também está nessa e tem recebido muitos turistas que se submetem principalmente a todo tipo de cirurgias plásticas. Essa intensa procura tem dois motivos: nossos cirurgiões estão entre os melhores do mundo e as plásticas no Brasil custam 1/3 do preço cobrado, por exemplo, nos Estados Unidos.

Jornais americanos também demitem jornalistas para fazer economia

Não só os jornais brasileiros penam com crises financeiras: a poderosa indústria jornalística norte-americana também está comendo o amargo pão que a crise econômica deixou nos EUA: o US Today, o mais antigo jornal em circulação nos Estados Unidos teve a mesma pobre atitude de todos os empresários na hora de cortar custos: fez os empregados pagarem a conta. O US Today demitiu 160 funcionários, sendo 100 da redação. O motivo alegado para as demissões foi a queda da receita - queda que fica maior a cada dia. Não demora muito entra na desculpa de fazer jornalismo moderno, ou seja, jornalismo virtual, que no futuro pode até vir a ser uma realidade, mas por enquanto é apenas uma desculpa para incompetência administrativa.